O impacto das restrições financeiras na prática do conservadorismo contábil: um estudo de 2012 a 2016

dc.creatorWeverton Eugenio Coelho
dc.creatorEduardo Mendes Nascimento
dc.creatorJoao Paulo de Assis Valadares
dc.date.accessioned2022-07-27T21:48:04Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:48:00Z
dc.date.available2022-07-27T21:48:04Z
dc.date.issued2019
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.21714/2446-9114rmc2019v20n1t02
dc.identifier.issn2446-9114
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/43719
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Mineira de Contabilidade
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAdministração
dc.subjectEconomia
dc.subjectConservadorismo Condicional
dc.subjectConservadorismo
dc.subjectRestrição Financeira
dc.titleO impacto das restrições financeiras na prática do conservadorismo contábil: um estudo de 2012 a 2016
dc.title.alternativeThe impact of financial restrictions in the practice of accounting conservatism: a study from 2012 to 2016
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage33
local.citation.issue1
local.citation.spage19
local.citation.volume20
local.description.resumoO conservadorismo condicional é o reconhecimento, nas informações contábeis, das más notícias mais rapidamente do que o reconhecimento das boas notícias. Ele atua no combate a possíveis atitudes oportunistas do gestor, reduz o custo de monitoramento das partes interessadas e leva a empresa a reconhecer, de forma antecipada, possíveis perdas. Por outro lado, quando uma empresa pratica o conservadorismo, ela gera diferença de retorno futuro e consequentemente ganhos de menor qualidade ou menos sustentáveis. Por conta disso, o conservadorismo seria, em longo prazo, prejudicial à obtenção de recursos de fontes externas. O objetivo desse estudo foi avaliar os efeitos da situação de restrição financeira na prática do conservadorismo condicional. Adicionalmente ao objetivo principal, o modelo empírico adotado permitiu a constatação do conservadorismo nas empresas não restritas financeiramente. A amostra foi composta de empresas listadas na Brasil, Bolsa, Balcão (B3), no período de 2012 a 2016. O modelo empírico utilizado foi o de Ball e Shivakumar (2005), que usa a variação do lucro como proxy e identifica o grau de conservadorismo por meio de ganhos e perdas nos resultados contábeis. A estimação estatística foi realizada através de Mínimos Quadrados Generalizáveis Factíveis (FGLS). Como resultado, encontraram-se indícios que apoiam a conclusão de que o conservadorismo condicional pode ser encontrado nas empresas em geral, sendo estatisticamente menor a probabilidade de encontrá-lo nas empresas com restrição financeira.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revista.crcmg.org.br/rmc/article/view/838

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