Efeitos do banho no leito a seco e tradicional sobre as alterações oxi-hemodinâmicas: ensaio clínico randomizado cruzado

dc.creatorLuana Vieira Toledo
dc.date.accessioned2020-08-10T14:34:50Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:08:33Z
dc.date.available2020-08-10T14:34:50Z
dc.date.issued2020-03-20
dc.description.sponsorshipOutra Agência
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/33926
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEnfermagem
dc.subjectBanhos
dc.subjectOximetria
dc.subjectHemodinâmica
dc.subjectCuidados Críticos
dc.subjectUnidades de Terapia Intensiva
dc.subject.otherEnfermagem
dc.subject.otherBanhos
dc.subject.otherOximetria
dc.subject.otherHemodinâmica
dc.subject.otherCuidados Críticos
dc.subject.otherUnidades de Terapia Intensiva
dc.titleEfeitos do banho no leito a seco e tradicional sobre as alterações oxi-hemodinâmicas: ensaio clínico randomizado cruzado
dc.title.alternativeEffects of dry and traditional bed bathing on oxyhemodynamic changes: randomized crossover clinical trial
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Patrícia de Oliveira Salgado
local.contributor.advisor1Flávia Falci Ercole
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3448098121994114
local.contributor.referee1Maria Helena Barbosa
local.contributor.referee1Luciana Regina Ferreira Pereira da Mata
local.contributor.referee1Denise Duarte Scarpa Magalhães Alves
local.contributor.referee1Fábio da Costa Carbogim
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9581178318829545
local.description.resumoEm virtude dos riscos gerados para os pacientes pelo tradicional banho no leito, métodos alternativos como o banho a seco, vem sendo incorporados à prática clínica. No entanto, há carência de estudos que comparem os efeitos oxi-hemodinâmicos desses dois banhos. Assim, realizou-se esta pesquisa com o objetivo de avaliar os efeitos do banho no leito a seco em relação ao banho no leito tradicional sobre as alterações oxi-hemodinâmicas (temperatura corporal, frequência respiratória, frequência cardíaca, saturação transcutânea de oxigênio arterial e pressão arterial) em pacientes críticos. Trata-se de um Ensaio Clínico Randomizado, crossover, aberto, realizado com 50 pacientes críticos, entre os meses de setembro de 2018 e fevereiro de 2019. Cada paciente foi o seu próprio controle e recebeu, de forma aleatória, o banho no leito a seco e o tradicional, com um intervalo de 24 horas entre eles. As variáveis oxi-hemodinâmicas foram mensuradas em seis momentos: no início dos banhos, aos 10 minutos, no início e no fim da lateralização dos pacientes, ao final do procedimento e 15 minutos após o seu encerramento. Avaliou-se também o tempo de execução dos banhos e de lateralização dos pacientes. Realizou-se análise descritiva e inferencial, utilizando-se o modelo de Equações de Estimações Generalizadas. O tamanho do efeito foi verificado pela análise do d de Cohen e delta de Cliff. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisas (parecer 2.550.114). Não houve diferença estatisticamente significativa das variáveis oxi-hemodinâmicas entre os diferentes banhos, mas ao longo do tempo, observou-se redução da temperatura axilar dos pacientes nos dois procedimentos (p<0,05). No banho tradicional, os pacientes também apresentaram, ao final da sua lateralização, elevação da frequência respiratória (24,58 incursões por minuto) (p=0,029). Em relação à significância clínica, o efeito gerado pelo banho a seco sobre as variáveis oxi-hemodinâmicas foi considerado desprezível. O tradicional banho no leito gerou um efeito de pequena magnitude sobre a redução da temperatura axilar e elevação da frequência respiratória. O banho no leito a seco foi considerado mais rápido (18,59 minutos) que o tradicional (26,45 minutos) (p <0,001). Nesse tipo de banho, os pacientes permaneceram lateralizados por um tempo inferior (6,59 minutos) ao do banho tradicional (7,59 minutos) (p<0,001). Concluiu-se que ao serem submetidos ao banho no leito a seco, os pacientes apresentaram, ao longo das mensurações, redução da temperatura axilar. Durante o banho tradicional, além da redução da temperatura axilar, houve elevação da frequência respiratória. Clinicamente, os efeitos gerados pelo banho a seco sobre as variáveis oxi-hemodinâmicas foram considerados desprezíveis, assim como a maioria dos efeitos do banho tradicional. No entanto, o tradicional banho no leito apresentou efeitos negativos sobre a temperatura axilar e frequência respiratória, que apesar de serem de pequena magnitude não devem ser negligenciados. O banho a seco foi superior ao tradicional pelo menor tempo de execução e lateralização dos pacientes. Os aspectos positivos desse método de banho poderão encorajar a sua incorporação nos serviços de saúde. Ademais, independentemente do tipo de banho realizado, espera-se que sejam mantidos o rigor metodológico e a monitorização oxi-hemodinâmica dos pacientes.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9527-7325
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Enfermagem

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