Dançar e ser dançada : circularidades do dançar nos ritos de iniciação e nas associações de tufo em Moçambique

dc.creatorJaqueline de Oliveira e Silva
dc.date.accessioned2022-09-29T16:31:23Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:13:28Z
dc.date.available2022-09-29T16:31:23Z
dc.date.issued2021-10-31
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/45735
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherMakuas
dc.subject.otherMoçambique
dc.subject.otherRitos de iniciação
dc.subject.otherTufo
dc.subject.otherDanças
dc.titleDançar e ser dançada : circularidades do dançar nos ritos de iniciação e nas associações de tufo em Moçambique
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Denise Costa Cruz
local.contributor.advisor1Eduardo Viana Vargas
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1084045235555351
local.contributor.referee1Leda Maria Martins
local.contributor.referee1Denise Pimenta
local.contributor.referee1Erica Renata Souza
local.contributor.referee1Andrei Isnardis
local.contributor.referee1Chapane Mutiua
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7305502641561694
local.description.resumoAs experiências que constituem as reflexões desta tese versam sobre um fazer antropológico atento às impermanências de quem nasceu e viveu nas margens, que não se encaixa num lado nem em outro do binarismo colonial, mas num corpo que transita entre vários mundos. Dançar e ser dançada diz respeito às trocas possíveis pelo corpo, a outras formas de se fazer etnografia e de fazer antropologia que têm a ver com uma epistemologia livre do carrego colonial. Neste texto, meu olhar se concentra sobre as danças realizadas nos ritos de iniciação femininos da puberdade, chamados em idioma local de emwali, e nas associações comunitárias femininas na região norte de Moçambique. Nas associações, a dança tufo foi a principal performance investigada. Nestes locais dançar é o ato. O que se faz. As mulheres dançam nos ritos de iniciação para os mais diversos fins: brincar, educar, juntar dinheiro, fazer uma roupa nova e se divertir. Ser dançada é receber, ação supostamente passiva. Aprende-se como agir com as mais velhas, como cuidar do futuro marido, como e para onde direcionar o olhar. As participantes observam e escutam atentamente com todo o corpo, colocam-se em modo de atenção para garantir uma integração esperada com os musiqueiros, os tambores, movimentos do corpo e articulações vocais expressas pelos gritos de “ululu”. Entre as mulheres makuas, o corpo se desenvolve a partir de redes de coletividade que sustentam modos de forjar outras perspectivas de corpo. Considero que a dinâmica do dançar e ser dançada chama atenção para um movimento de construção do saber através da corporeidade, extensiva a outros espaços e movimentos.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE ANTROPOLOGIA E ARQUEOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Antropologia

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