Ensino remoto emergencial na percepção de saúde de acadêmicos de Farmácia

dc.creatorAna Paula Lucas Mota
dc.creatorGabriel Moreira de Mello Mendes
dc.creatorRafael Christian de Matos
dc.creatorMaria do Carmo Vilas Boas Sousa
dc.creatorMaria Aparecida Gomes
dc.creatorEdmilson Antonio Pereira Júnior
dc.creatorCristina Mariano Ruas
dc.date.accessioned2024-02-16T16:56:01Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:28:53Z
dc.date.available2024-02-16T16:56:01Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractIn March 2020, the World Health Organization declared the new coronavirus as pandemic. To contain the infection progressions, the main government through social isolation. At the Federal University of Minas Gerais (UFMG), Emergency Remote Education (ERE) was adopted in order to minimize the impact of the pandemic during the students' education period. The pandemic's consequences have also reached and affected the lives of people around the globe in different social, cultural, economic and, particularly, health aspects. With that in mind, was evaluated the general health conditions of UFMG's Pharmacy's students, before the ERE. A questionnaire was applied addressing issues related to the socio-demographic profile and students’ habits, general health, physical activity level, medication use and rate of satisfaction with ERE. A total of 401 students answered the questionnaire (39% of the total enrolled students). The CART technique was used in data analysis. Stress, tiredness, exhaustion and anxiety were frequent answers in the questionnaire. However, the attribute with the highest discrimination power was the perception of depression. These results are consistent with the atypical moment around the world. Beyond the uncertainties brought upon us by the pandemic, the ERE brings a new teaching-learning methodology that calls for the students’ protagonism for its full consolidation, accentuating the feeling of stress, exhaustion, anxiety and depression, characterizing the mental illness that students are experiencing. These results highlight the importance of monitoring in adapting to the virtual teaching model, aiming at their better development and the physical and emotional health of the students.
dc.description.sponsorshipOutra Agência
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.33448/rsd-v10i15.22292
dc.identifier.issn2525-3409
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/64080
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofResearch, society and development journal
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSaúde do estudante
dc.subjectCOVID-19
dc.subjectUniversidades
dc.subject.otherSaúde dos estudantes
dc.subject.otherPandemia
dc.subject.otherEnsino superior
dc.titleEnsino remoto emergencial na percepção de saúde de acadêmicos de Farmácia
dc.title.alternativeEmergency remote education on the health perceptions of Pharmacy academics
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue15
local.citation.volume10
local.description.resumoEm março de 2020, a Organização Mundial da Saúde caracterizou como pandemia a situação sanitária imposta pelo SARS-CoV-2. Para conter o avanço das infecções, a principal medida governamental foi o distanciamento social. As aulas presenciais foram suspensas e o Ensino Remoto Emergencial (ERE) foi adotado visando minimizar os impactos da pandemia na formação discente. As consequências da pandemia atingiram a vida de todos em diferentes aspectos e, especialmente, na saúde. Neste contexto, avaliaram-se os fatores relacionados à autopercepção de saúde dos discentes do curso de Farmácia da Universidade Federal de Minas Gerais, diante do ERE. Foi aplicado um questionário virtual abordando questões relacionadas ao perfil sociodemográfico, hábitos de vida, aspectos de saúde, prática de atividades físicas e uso de medicamentos. Para análise dos dados, foi utilizado um modelo de árvore de decisão. Um total de 401 discentes respondeu ao questionário. As condições mais importantes relacionadas ao ERE foram não ter tempo para lazer e esportes e sentir-se muito ansioso, exausto e sobrecarregado. A depressão foi a variável com maior discriminação na escala de saúde autopercebida. Para além das incertezas que a pandemia nos traz, o ERE impõe uma nova metodologia de ensino-aprendizagem que preconiza o protagonismo discente para a sua consolidação plena, acentuando sensação de estresse, esgotamento, ansiedade e depressão, caracterizando o adoecimento mental que os alunos estão experimentando. Estes resultados ressaltam a importância do acompanhamento na adaptação ao modelo virtual de ensino, visando seu melhor desenvolvimento e a saúde física e emocional dos discentes.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-7739-6440
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1427-8401
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2644-7305
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8779-8323
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-7263-5721
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2837-4744
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0275-8416
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAR - DEPARTAMENTO DE ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS
local.publisher.departmentFAR - DEPARTAMENTO DE FARMÁCIA SOCIAL
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
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