Fatores associados à coinfecção Leishmania/Vírus da Imunodeficiência Humana: um estudo de coorte (2007-2018)

dc.creatorLuciana Silami Carvalho
dc.creatorMaria das Graças Braga Ceccato
dc.creatorDário Alves da Silva Costa
dc.creatorTaynãna César Simões
dc.creatorMicheline Rosa Silveira
dc.date.accessioned2023-10-04T19:33:10Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:01:23Z
dc.date.available2023-10-04T19:33:10Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractIntroduction: Visceral leishmaniasis (VL) and human immunodeficiency virus (HIV) infection are public health problems, with high numbers of cases and fatality worldwide. Objective: To assess factors associated with leishmania/HIV co-infection in Brazil. Methodology: Retrospective cohort study with univariate and multivariate analysis of 28,265 individuals, notified and with confirmed diagnosis of VL, in the National System of Notifiable Diseases (SINAN), from 2007 to 2018, in Brazil. Results: Most of the co-infected individuals were young, male, non-white, living in urban areas, with up to eight years of schooling, and who entered this study as a new case. Greater chances of coinfection were observed for individuals aged from eleven to nineteen years (OR=1.74), twenty to thirty-nine years (OR=13.06) and over forty years (OR=6.96), who used N-methylglucamine antimoniate (OR=4.36), amphotericin B deoxycholate (OR=6.21) and liposomal amphotericin B (OR=1.60), who had recurrence (OR=3.99), whose cases evolved to treatment dropout (OR=2.00), and deaths from causes other than VL (OR=4.00) and transfer (OR=1.50). Lower chances of co-infection were observed in women (OR=0.80), living in rural areas (OR=0.54), who had five to six symptoms (OR=0.82). Conclusion: The results point to the need for improvement in the follow-up of individuals co-infected with VL/HIV, in order to reduce relapses, transfers and treatment abandonment. Special attention should be given to the timely diagnosis of HIV infection in individuals with VL, especially in young men living in urban areas.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.33448/rsd-v10i17.24545
dc.identifier.issn2525-3409
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/59154
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofResearch, Society and Development
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLeishmaniose visceral
dc.subjectHIV
dc.subjectCoinfecção
dc.subjectMétodos epidemiológicos
dc.subject.otherLeishmaniose visceral
dc.subject.otherHIV
dc.subject.otherCoinfecção
dc.subject.otherMétodos epidemiológicos
dc.titleFatores associados à coinfecção Leishmania/Vírus da Imunodeficiência Humana: um estudo de coorte (2007-2018)
dc.title.alternativeFactors associated with Leishmania/Human Immunodeficiency Virus co-infection: a cohort study (2007-2018)
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue17
local.citation.volume10
local.description.resumoIntrodução: Leishmaniose visceral (LV) e infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) são problemas de saúde pública, com altos números de casos e letalidade no mundo. Objetivo: Avaliar os fatores associados a coinfecção leishmania/HIV no Brasil. Metodologia: Estudo de coorte retrospectiva com análise univariada e multivariada de 28.265 indivíduos, notificados e com diagnóstico confirmado de LV, no Sistema Nacional de Agravos de Notificação (SINAN), de 2007 a 2018, no Brasil. Resultados: A maioria dos indivíduos coinfectados era jovem, homem, da raça não branca, moradores da zona urbana, com até oito anos de escolaridade e que entraram nesse estudo como caso novo. Maiores chances de coinfecção foram observadas para indivíduos de faixas etárias de onze a dezenove anos (OR=1,74), vinte a trinta e nove anos (OR=13,06) e acima de quarenta anos (OR=6,96), que fizeram uso de antimoniato de N-metilglucamina (OR=4,36), anfotericina B desoxicolato (OR=6,21) e anfotericina B lipossomal (OR=1,60), que apresentaram recidiva (OR=3,99), cujos casos evoluíram para abandono de tratamento (OR=2,00), e óbitos por outras causas que não LV (OR=4,00) e transferência (OR=1,50). Menores chances de coinfecção foram observadas em mulheres (OR=0,80), moradores da zona rural (OR=0,54), que apresentaram de cinco a seis sintomas (OR=0,82). Conclusão: Os resultados apontam para a necessidade de melhoria no acompanhamento de indivíduos coinfectados com LV/HIV, no intuito de diminuir recidivas, transferências e abandono ao tratamento. Atenção especial deve ser dada para a realização do diagnóstico oportuno da infecção pelo HIV em indivíduos com LV, especialmente em homens jovens que residem na zona urbana.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-3707-7434
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4340-0659
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5959-0370
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5849-343X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-7002-4428
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAR - DEPARTAMENTO DE FARMÁCIA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
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