Triangulação metodológica em pesquisas etnográficas com e sobre crianças

dc.creatorSandro Vinicius Sales dos Santos
dc.creatorMônica Correia Baptista
dc.date.accessioned2024-10-24T17:29:43Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:18:43Z
dc.date.available2024-10-24T17:29:43Z
dc.date.issued2023-03-21
dc.description.abstractThis article analyzes the scope and limits of research methodologies and advocates the importance of triangulation in the construction and analysis of data in childhood studies, especially in research with and on children. Situated at the intersection of the New Social Studies of Childhood with scientific production in the field of Early Childhood Education, the text starts from the following problematization: What methodological guidelines would be adequate to identify the peculiarities of childhood and the social relationships that are established in the first years of life, especially in educational contexts? To discuss this and other questions, data from a survey whose field work was carried out during nine months of 2013, in a Municipal Early Childhood Education School, in Belo Horizonte, Minas Gerais, are reviewed. Eighteen four/five-year-old children (eight girls and ten boys) participated in the study, as well as two teachers. Eighteen four/five-year-old children (eight girls and ten boys) participated in the study, in addition to two teachers. Data production was carried out through participant observation; of drawings articulated with orality; of photographs produced by the children, also combined with their speeches and interviews. The analyzes suggest that triangulation, when associated with ethnographic principles, such as prolonged observation; the construction of holistic analyzes and, at the same time, focused, associated with the self-correcting and reflective dimension, makes it possible to broaden the interpretation of the data and expand the construction of meanings and possibilities for research with and on children and childhood.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.7213/1981-416X.23.076.DS08
dc.identifier.issn1981-416X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/77633
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Diálogo Educacional
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação infantil
dc.subjectEducação -- Pesquisa -- Metodologia
dc.subjectPesquisa -- Metodologia
dc.subjectInfância
dc.subject.otherEducação infantil
dc.subject.otherEstudos da infância
dc.subject.otherMetodologias de pesquisa com e sobre crianças
dc.subject.otherTriangulação metodológica
dc.titleTriangulação metodológica em pesquisas etnográficas com e sobre crianças
dc.title.alternativeMethodological triangulation in ethnographic research with and about children
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage229
local.citation.issue76
local.citation.spage201
local.citation.volume23
local.description.resumoEste artigo analisa os alcances e limites de metodologias de pesquisa e advoga pela importância da triangulação na construção e na análise de dados em estudos das infâncias, em especial, nas pesquisas com e sobre crianças. Situado na interseção dos Novos Estudos Sociais da Infância com a produção científica da área da Educação da Criança de Zero a Seis Anos, o texto parte da seguinte problematização: Que orientações metodológicas seriam adequadas para permitir a identificação das peculiaridades das infâncias e das relações sociais que se estabelecem nos primeiros anos de vida, em especial em contextos educativos? Para debater esta e outras questões, são revisitados dados de uma pesquisa cujo trabalho de campo foi desenvolvido ao longo de nove meses do ano de 2013, em uma Unidade Municipal de Educação Infantil (UMEI), de Belo Horizonte, Minas Gerais. Participaram do estudo, dezoito crianças de quatro/cinco anos (oito meninas e dez meninos), além de duas professoras. A produção de dados ocorreu por meio de observação participante; de desenhos articulados com a oralidade; de fotografias produzidas pelas crianças, também conjugadas com suas falas, e de entrevistas. As análises sugerem que a triangulação, quando associada aos princípios da etnografia, tais como a observação prolongada; a construção de análises holísticas e, ao mesmo tempo focalizadas, associados à dimensão autocorretiva e reflexiva, possibilita a ampliação da interpretação dos dados e o alargamento da construção de sentidos e de possibilidades para a pesquisa com e sobre crianças e infâncias.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9666-3639
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6645-0114
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.pucpr.br/dialogoeducacional/article/view/29792

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