Tributos indiretos, eficiência e equidade: uma análise em equilíbrio geral computável

dc.creatorJoão Pedro Revoredo Pereira da Costa
dc.date.accessioned2022-09-14T20:23:17Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:35:42Z
dc.date.available2022-09-14T20:23:17Z
dc.date.issued2022-05-25
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/45193
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTributos
dc.subjectImpostos
dc.subjectEconomia
dc.subject.otherTributos Indiretos
dc.subject.otherEficiência
dc.subject.otherEquidade
dc.subject.otherEquilíbrio Geral Computável
dc.titleTributos indiretos, eficiência e equidade: uma análise em equilíbrio geral computável
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Débora Freire Cardoso
local.contributor.advisor1Edson Paulo Domingues
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2059703319050475
local.contributor.referee1Eduardo Amaral Haddad
local.contributor.referee1Aline Souza Magalhães
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6904979722157950
local.description.resumoEste trabalho analisa o ônus, em termos de eficiência econômica e equidade, dos quatro principais tributos indiretos do Brasil – ICMS, ISS, IPI e PIS/COFINS. A análise é desenvolvida através dos resultados de um modelo de Equilíbrio Geral Computável. Este modelo é calibrado a partir das Tabelas de Recursos e Usos (TRU), da Matriz de Insumo-Produto (MIP) e de uma Matriz de Contabilidade Social (MCS), com especial desagregação dos tributos indiretos. Para operacionalizar a desagregação, foram utilizados dados da Receita Federal do Brasil (RFB), do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), do Sistema de Contas Nacionais (SCN) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Para analisar os efeitos da tributação sobre a eficiência e a equidade são apresentados estudos que englobam a Teoria da Tributação Ótima e a Teoria da Tributação Equitativa. Além de abordagens teóricas, são apresentados trabalhos que desenvolvem análises empíricas para questões tributárias. A partir de simulações com o modelo EGC, são elaboradas duas análises, a partir dos resultados aferidos. Para a eficiência, o tributo que gera o maior ônus para o PIB é o IPI, seguido do PIS/COFINS, ISS e ICMS. Tratando da equidade, todos os tributos indiretos penalizam mais as famílias das faixas de renda inferiores, comparativamente às demais. Todavia, o tributo com mais indícios de progressividade é o ISS, seguido do IPI, PIS/COFINS e ICMS. Além disso, o tributo que gera maior ônus sobre a renda disponível das famílias, normalizado pela variação de arrecadação, é o PIS/COFINS. Por fim, conclui-se que, considerando os critérios de eficiência e equidade, o tributo indireto estudado com maior ônus conjunto é o PIS/COFINS, dado seus resultados – o segundo maior ônus sobre a atividade econômica e sobre a distribuição de renda disponível, bem como o maior ônus sobre a renda disponível das famílias normalizada.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFACE - FACULDADE DE CIENCIAS ECONOMICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Economia

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