Escolaridade em Moçambique: diferenciais regionais e determinantes, 2003

dc.creatorGilberto Mariano Norte
dc.date.accessioned2019-08-10T10:08:40Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:58:25Z
dc.date.available2019-08-10T10:08:40Z
dc.date.issued2006-08-04
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MCCR-6VTGM2
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação Moçambique 2003
dc.subjectMoçambique População 2003
dc.subjectEducação Moçambique Disparidades regionais
dc.subject.otherEducação
dc.subject.otherMoçambique
dc.subject.otherPopulação
dc.titleEscolaridade em Moçambique: diferenciais regionais e determinantes, 2003
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Eduardo Luiz Goncalves Rios Neto
local.contributor.referee1Jose Alberto Magno de Carvalho
local.contributor.referee1Juliana de Lucena Ruas Riani
local.description.resumoDesde 1975, ano da independência nacional, do ponto de vista quantitativo, Moçambique tem registrado, ainda que de forma tímida e pouco consistente, melhorias em alguns indicadores educacionais, como por exemplo, o analfabetismo e a freqüência escolar. Entretanto, a despeito dessa melhoria geral, verificam-se desigualdades regionais nas oportunidades educacionais.Este trabalho tem por objetivo analisar o nível e o padrão dessa desigualdade tendo com referência alguns fatores familiares. Outrossim, visa apontar os principais determinantes familiares e socioeconômicos da freqüência escolar, do analfabetismo e da progressão escolar.Os resultados indicam diferenças regionais na relação entre os fatores familiares e os indicadores educacionais analisados, sendo a região Norte a mais desfavorecida em termos de oportunidades educacionais. Nela, as crianças oriundas de famílias de baixo nível educacional e econômico são as mais penalizadas. Entretanto, as que residem no Sul parece não serem tão penalizados na sua escolaridade como conseqüência do baixo nível educacional e socioeconômico familiar.Com relação à análise dos determinantes, os resultados mostram um forte efeito dos fatores socioeconômicos, nomeadamente, escolaridade da mãe, escolaridade do chefe e nível econômico familiar nos indicadores educacionais. Paralelamente a estes, fatores de estrutura familiar e culturais, tais como, a orfandade, nível de parentesco com chefe do domicílio, sexo do chefe do domicílio e língua materna, de forma robusta, também demonstram ter impacto considerável sobre os indicadores educacionais. Em relação à língua materna, filhos de mães cuja língua materna é o português desfrutam de melhores indicadores educacionais. Todavia, quando se analisa a interação da língua materna com a escolaridade da mãe, a língua materna não parece ser tão importante para explicar as diferenças educacionais.
local.publisher.initialsUFMG

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