Mamite bovina em rebanhos leiteiros da região sul do Estado de Minas Gerais

dc.creatorGeraldo Marcio da Costa
dc.date.accessioned2019-08-12T09:15:29Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:48:08Z
dc.date.available2019-08-12T09:15:29Z
dc.date.issued2008-03-07
dc.description.abstractEtiological and epidemiological aspects of bovine mastitis were studied in 35 dairy herds of southern region of Minas Gerais state. High rates of mastitis associated with high somatic cell counts were observed in most herds studied. Contagious agents represented by coagulasepositive Staphylococcus (34.29%) and Streptococcus agalactiae (21.82%) were the predominant isolated microorganisms. Environmental agents accounted for 18.35% of the isolates, with Streptococcus uberis (6.52%), Enterobacteriaceae (3.64%) and yeasts (3.35%) as predominant pathogens. It was obtained low rates of isolation of yeasts and Candida was the main isolated genus. Environmental agents had greater participation in clinical cases in relation to contagious agents, exception to Streptococcus agalactiae. Antibiotic resistance, PCR-RFLPand sequencing tests aiming the study of the population diversity of Staphylococcus aureus were performed. These tests revealed the existence of a great diversity in population of and predominance of few clonal types in most studied herds. Sequencing of electrophoretic typesobtained in the PCR-RFLP confirmed the phylogenetic closeness among the isolates. There was no association of antibiogram or RFLP clonal types with mastitis forms. Failures on the main measures for mastitis control were observed in most analyzed herds, which justified thehigh occurrence of disease
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/SSLA-7UEJZM
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLeite Análise
dc.subjectMastite Diagnostico
dc.subjectBovino de leite Doenças
dc.subjectMastite Controle
dc.subjectEpidemiologia
dc.subject.otherMinas Gerais
dc.subject.otherBrasil
dc.subject.otherMamite bovina
dc.subject.otherEpidemiologia
dc.subject.otherEtiologia
dc.titleMamite bovina em rebanhos leiteiros da região sul do Estado de Minas Gerais
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Romulo Cerqueira Leite
local.contributor.advisor-co1Francisco Carlos Faria Lobato
local.contributor.advisor1Nivaldo da Silva
local.contributor.referee1Luiz Ronaldo de Abreu
local.contributor.referee1Christiane Maria Barcellos Magalhães da Rocha
local.contributor.referee1Monica Maria O Pinho Cerqueira
local.contributor.referee1Vera Lucia Viegas de Abreu
local.description.resumoAspectos etiológicos e epidemiológicos da mamite bovina foram estudados em 35 rebanhos leiteiros da região sul de Minas Gerais. Verificaram-se elevados índices de mamite e de contagens de células somáticas, sendo predominantes os agentes contagiosos representados principalmente por Staphylococcus coagulase positivos (34,29%) e Streptococcus agalactiae (21,82%). Patógenos ambientais representaram 18,35% dos isolamentos, sendo Streptococcusuberis (6,52%), enterobactérias (3,64%) e leveduras (3,35%) os mais frequentes. Foi obtida baixa taxa de isolamentos de leveduras, sendo Candida foi o principal gênero isolado. Agentes ambientais apresentaram maior participação nos casos clínicos em relação aos contagiosos, exceção para Streptococcus agalactiae. Testes de tipagem baseados no antibiograma e na PCR-RFLP revelaram a existência de uma grande diversidade de Staphylococcus aureus na população estudada e a existência de tipos clonais predominantes entre os rebanhos. O seqüenciamento dos tipos eletroforéticos obtidos na PCR-RFLP confirmou a proximidade filogenética entre os isolados. Não se observou a associação de nenhum dos tipos clonais obtidos nos testes de tipagem com as formas de apresentação da mamite. Na maioria dos rebanhos, foram observadas falhas quanto às principais medidas de controle da mamite, o que justificou os elevados índices de ocorrência da doença
local.publisher.initialsUFMG

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