Sedação para procedimentos em crianças e adolescentes: uma proposta a partir do sistema GRADE

dc.creatorSarah de Lima e Silva
dc.creatorAlexandre Rodrigues Ferreira
dc.creatorAdrianne Mary Leão Sette e Oliveira
dc.creatorFlávia Cordeiro Valerio
dc.creatorLivia Uliana Jacome
dc.creatorBrenda Corrêa de Godoi
dc.creatorJader Pinto Santos
dc.creatorFlávio dos Santos Campos
dc.date.accessioned2023-05-11T20:15:45Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:00:57Z
dc.date.available2023-05-11T20:15:45Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractPerforming painful or unpleasant diagnostic and therapeutic interventions has a greater chance of success and is safer when pain and anxiety are effectively controlled. This article aims to elaborate recommendations on procedural sedation in children and adolescents, by non-anesthesiologists, using the best evidence available. A literature search was carried out, which included the main summaries and guidelines on the subject and the GRADE system was used to rank the set of evidence that supports each recommendation. The sedation for procedures consists of 5 steps: preparation, monitoring, non-pharmacological interventions, pharmacological interventions and discharge. The preparation involves clinical evaluation, preparation of the team and material. Patient monitoring should be rigorous, according to the level of sedation. Capnography did not reduce the rate of significant adverse events, and its use is recommended when available, but not mandatory. Among the non-pharmacological interventions, there is evidence of moderate quality to support the use of distraction and hypnosis techniques. Evidence is insufficient to recommend the use of one drug in superiority to another, and the choice should be made according to the type of procedure, baseline clinical status / comorbidity of each patient and predicting adverse events associated with each drug. To ensure safe discharge, the patient must meet specific criteria, returning to their initial functional condition.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttp://www.dx.doi.org/10.5935/2238-3182.20170035
dc.identifier.issn2238-3182
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/53128
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Médica de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSedação consciente
dc.subjectSedação profunda
dc.subjectCriança
dc.subjectAdolescente
dc.subjectAbordagem GRADE
dc.subject.otherSedação consciente
dc.subject.otherSedação profunda
dc.subject.otherCriança
dc.subject.otherAdolescente
dc.titleSedação para procedimentos em crianças e adolescentes: uma proposta a partir do sistema GRADE
dc.title.alternativeProcedural sedation in children and adolescents: recommendations based on GRADE system
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage86
local.citation.spage77
local.citation.volume27
local.description.resumoA realização de intervenções diagnósticas e terapêuticas dolorosas ou desagradáveis tem mais chance de sucesso e é mais segura quando a dor e a ansiedade são controladas efetivamente. Este artigo tem como objetivo elaborar recomendações sobre sedação para procedimentos em crianças e adolescentes, por não anestesiologistas, a partir da melhor evidência disponível. Foi realizada busca na literatura, que incluiu os principais sumários e diretrizes sobre o tema, e o sistema GRADE foi utilizado para hierarquizar o conjunto de evidências que sustenta cada recomendação. A sedação para procedimentos consiste em cinco etapas: preparo, monitorização, intervenções não farmacológicas, intervenções farmacológicas e alta. O preparo envolve avaliação clínica, preparo da equipe e do material. A monitorização do paciente deve ser rigorosa, de acordo com o nível de sedação. A capnografia não reduziu a taxa de eventos adversos significativos, sendo recomendada sua utilização quando disponível, porem não obrigatória. Entre as intervenções não farmacológicas existe evidência de moderada qualidade para sustentar o uso de técnicas de distração e hipnose. As evidências são insuficientes para recomendar o uso de um medicamento em detrimento a outro, sendo que a escolha deve ser realizada de acordo com o tipo de procedimento, estado clínico basal/comorbidade de cada paciente e prevendo eventos adversos associados a cada medicamento. Para garantir a liberação segura, o paciente deve preencher critérios específicos, retornando à sua condição funcional inicial.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6749-8980
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-5328-1641
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentHCL - HOSPITAL DAS CLINICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://rmmg.org/artigo/detalhes/2109

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