Na rua a gente nunca consegue construir uma casa: as trajetórias invisíveis de mulheres em situação de rua em Belo Horizonte

dc.creatorLeticia Gonçalves Marques da Silva
dc.date.accessioned2025-02-18T16:29:41Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:09:24Z
dc.date.available2025-02-18T16:29:41Z
dc.date.issued2024-08-12
dc.description.abstractThe present work aims to understand the meanings that the street space acquires from the perspective of women who are homeless in the city of Belo Horizonte. It is understood that the individuals who make up the group of homeless people are diverse, and this group is not homogeneous. Thus, the specificities regarding gender and race cause the experiences of these individuals to be experienced differently due to these identity markers. Therefore, the meanings attributed to the street can be many. The research data were obtained from fieldwork on the streets of the so-called lower downtown area of Belo Horizonte, a region that houses the vast majority of this population. Five interviews were conducted using a semi-structured guiding script, in addition to some informal conversations. The method of data analysis was discourse analysis, which allows us to understand the nuances of the meanings of the obtained discourses through what is said and not said. Through these interviews, it was possible to elucidate the various reasons that lead these women to occupy the street space, as well as to understand the complexity that involves the dichotomy between home and street from a gendered perspective. The meanings that the street space acquires for these women are many, and their experiences allow them to build strategies and social relationships that help them (re)signify this space, which is so marked by stigmas and prejudices. In this way, their experiences enable them to exist and resist, building bonds and producing a new meaning for the street.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/80182
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPessoas desabrigadas
dc.subjectEspaço urbano
dc.subjectGeografia feminista
dc.subjectIdentidade de gênero
dc.subjectInterseccionalidade (Sociologia)
dc.subject.othercasa
dc.subject.otherrua
dc.subject.othermulheres
dc.subject.otherespaço
dc.subject.otherexperiências
dc.subject.othergênero;
dc.titleNa rua a gente nunca consegue construir uma casa: as trajetórias invisíveis de mulheres em situação de rua em Belo Horizonte
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Ivan Ignacio Pimentel
local.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0207248560575366
local.contributor.advisor1Ricardo Alexandrino Garcia
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8353755524805376
local.contributor.referee1Joseli Maria Silva
local.contributor.referee1Ivan Ignácio Pimental
local.contributor.referee1Bernardo Machado Gontijo
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2793262135435448
local.description.resumoO presente trabalho aspira compreender os sentidos que o espaço da rua adquira a partir das mulheres que se encontram em situação de rua no município de Belo Horizonte. Entende-se que os sujeitos que compõe o grupo de pessoas em situação de rua são múltiplos, e que esse grupo não é homogêneo. Sendo assim, as especificidades no que diz a respeito de gênero e raça faz com que as experiências desses sujeitos sejam experienciadas de formas distintas por razão dessas marcas de identidade. Assim, os sentidos que atribuídos a rua podem ser muitos. Os dados da pesquisa foram obtidos a através de trabalho de campo nas ruas do chamado baixo centro de Belo Horizonte, região que abriga a grande maioria dessa população. Foram realizadas 5 entrevistas a partir de um roteiro direcionador semiestruturado, além de algumas conversas informais. O método de análise dos dados foi a análise do discurso que nos permite compreender através do dito e não dito as nuances dos significados dos discursos obtidos. Por meio dessas entrevistas foi possível elucidar as diversas razões que levam essas mulheres a ocuparem o espaço da rua, além de entender a complexidade que envolve a dicotomia casa e rua por intermédio de uma perspectiva genereficada. Os sentidos que o espaço da rua adquire a essas mulheres são muitos, e suas experiências as permitem construir estratégias e relações sociais que as ajudam a (re)significar esse espaço tão marcado por estigmas e preconceitos. Dessa forma, suas vivências as permitem existir e resistir, construindo laços e produzindo um novo sentido a rua.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentIGC - DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Geografia

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