Domínio da regra: ccondição do saber e do agir: considerações sobre as experiências liberal e anarquista na república

dc.creatorPaulo Eduardo Martins Araujo
dc.date.accessioned2019-08-09T13:00:09Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:21:19Z
dc.date.available2019-08-09T13:00:09Z
dc.date.issued1988-02-29
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/FAEC-87MH8D
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectRelações trabalhistas
dc.subjectMovimento operario História
dc.subjectSociologia educacional
dc.subjectEducação Aspectos sociais
dc.subjectTrabalhadores
dc.subjectMovimentos sociais
dc.subject.otherSujeito político
dc.subject.othermovimento operário brasileiro
dc.titleDomínio da regra: ccondição do saber e do agir: considerações sobre as experiências liberal e anarquista na república
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Carlos Roberto Jamil Cury
local.contributor.referee1Leila de Alvarenga Mafra
local.contributor.referee1Miguel Gonzalez Arroyo
local.description.resumoO estudo que se segue é principalmente um projeto de trabalho. Trata-se apenas de uma proposta alternativa de estudo de um período histórico específico, a ser analisado como o momento em que o nascente movimento operário brasileiro, ao mesmo tempo que era excluído da humanidade política, buscava afirmar sua autonomia organizando-se como sujeito político. Partindo dessa proposição, tentei evidenciar que a restrição à ampliação da participação política do homem pobre trabalhador foi acompanhada por uma acentuação da focalização pedagógica existente no discurso e na prática liberal. Desse modo, pretendi mostrar que esse procedimento permitiu estabelecer a justa distância que separava o governante, isto é, o sujeito que proferia as normas da "boa"conduta social e política, do governado, este outro bem determinado que não tinha dignidade de sujeito por não ter acesso à regra. ou seja, para os dirigentes republicanos o olhar a realidade para agir sobre ela pressupunha o domínio prévio de um corpo de prescrições cuja aplicação era tida como garantia do saber e do agir verdadeiros. Também no Brasil a classe dominante terminou sobrepondo à classe operária e à população pobre a imagem do ser infatilizado, carente de racionalidade plenamente desenvolvida.
local.publisher.initialsUFMG

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