Duration of antibiotic therapy in critically ill patients: a randomized controlled trial of a clinical and c-reactive protein-based protocol versus an evidence-based best practice strategy without biomarkers

dc.creatorIsabela de Andrade Borges
dc.creatorVandack Alencar Nobre Jr.
dc.creatorRafael Carneiro
dc.creatorRafael Bergo
dc.creatorLarissa Martins
dc.creatorEnrico Colossimo
dc.creatorCarolina Ferreira de Oliveira
dc.creatorSaulo Fernandes Saturnino
dc.creatorMarcus V. Andrade
dc.creatorCecilia Ravetti
dc.date.accessioned2022-06-23T21:55:01Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:53:26Z
dc.date.available2022-06-23T21:55:01Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractFundo O uso racional de antibióticos é uma das principais estratégias para limitar o desenvolvimento de resistência bacteriana. Portanto, procuramos avaliar a eficácia de um protocolo baseado em proteína C-reativa na redução do tempo de tratamento com antibióticos em pacientes críticos. Métodos Ensaio clínico randomizado, aberto e controlado realizado em duas unidades de terapia intensiva de um hospital universitário no Brasil. Pacientes adultos infectados em estado crítico foram alocados aleatoriamente para (i) intervenção para receber antibióticos guiados pelo monitoramento diário dos níveis de PCR e (ii) controle para receber antibióticos de acordo com as melhores práticas para uso racional de antibióticos. Resultados Cento e trinta pacientes foram incluídos nos grupos PCR (n = 64) e controle (n = 66). Na análise de intenção de tratar, a duração mediana da antibioticoterapia para o episódio infeccioso índice foi de 7,0 (5,0–8,8) dias no grupo PCR e 7,0 (7,0–11,3) dias no grupo controle (p = 0,011). Foi identificada diferença significativa no tempo de tratamento entre os dois grupos na curva de suspensão cumulativa de antibióticos, com menor exposição no grupo PCR apenas para o episódio índice de infecção (p = 0,007). Na análise por protocolo, envolvendo 59 pacientes em cada grupo, a duração mediana do tratamento antibiótico foi de 6,0 (5,0–8,0) dias para os grupos PCR e 7,0 (7,0–10,0) dias para os grupos controle (p = 0,011). Não houve diferença entre os grupos em relação ao total de dias de exposição ao antibiótico e dias sem antibiótico. Conclusões O monitoramento diário dos níveis de PCR pode permitir a interrupção precoce da antibioticoterapia em uma proporção maior de pacientes, sem afetar o consumo total de antibióticos. A relevância clínica e microbiológica deste achado ainda precisa ser demonstrada.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1186/s13054-020-02946-y.
dc.identifier.issn1364-8535
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/42636
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCritical care (london. print)
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMedicina
dc.subjectCRP
dc.subjectBiomarcadores
dc.subjectChoque séptico
dc.subject.otherSepsis
dc.subject.otherSeptic shock
dc.subject.otherBiomarkers
dc.titleDuration of antibiotic therapy in critically ill patients: a randomized controlled trial of a clinical and c-reactive protein-based protocol versus an evidence-based best practice strategy without biomarkers
dc.title.alternativeDuração da antibioticoterapia em pacientes críticos: um estudo controlado randomizado de um protocolo baseado em proteína c-reativa versus uma estratégia de melhores práticas baseada em evidências sem biomarcadores
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage11
local.citation.issue281
local.citation.spage1
local.citation.volume24
local.description.resumoBackground The rational use of antibiotics is one of the main strategies to limit the development of bacterial resistance. We therefore sought to evaluate the effectiveness of a C-reactive protein-based protocol in reducing antibiotic treatment time in critically ill patients. Methods A randomized, open-label, controlled clinical trial conducted in two intensive care units of a university hospital in Brazil. Critically ill infected adult patients were randomly allocated to (i) intervention to receive antibiotics guided by daily monitoring of CRP levels and (ii) control to receive antibiotics according to the best practices for rational use of antibiotics. Results One hundred thirty patients were included in the CRP (n = 64) and control (n = 66) groups. In the intention-to-treat analysis, the median duration of antibiotic therapy for the index infectious episode was 7.0 (5.0–8.8) days in the CRP and 7.0 (7.0–11.3) days in the control (p = 0.011) groups. A significant difference in the treatment time between the two groups was identified in the curve of cumulative suspension of antibiotics, with less exposure in the CRP group only for the index infection episode (p = 0.007). In the per protocol analysis, involving 59 patients in each group, the median duration of antibiotic treatment was 6.0 (5.0–8.0) days for the CRP and 7.0 (7.0–10.0) days for the control (p = 0.011) groups. There was no between-group difference regarding the total days of antibiotic exposure and antibiotic-free days. Conclusions Daily monitoring of CRP levels may allow early interruption of antibiotic therapy in a higher proportion of patients, without an effect on total antibiotic consumption. The clinical and microbiological relevance of this finding remains to be demonstrated.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://ccforum.biomedcentral.com/articles/10.1186/s13054-020-02946-y

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