O paradoxo de Bowman e a relação risco-retorno nas empresas brasileiras

dc.creatorMarcos Vilela Vieira
dc.creatorHudson Fernandes Amaral
dc.date.accessioned2022-06-01T21:22:11Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:01:36Z
dc.date.available2022-06-01T21:22:11Z
dc.date.issued2016
dc.identifier.issn2177-2576
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/42183
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEncontro da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Administração
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectRisco
dc.subjectCapital (Economia)
dc.subjectFinanciamento
dc.subject.otherDesempenho financeiro
dc.subject.otherRemuneração do capital próprio
dc.subject.otherRisco
dc.subject.otherRetorno
dc.subject.otherAlavancagem financeira
dc.titleO paradoxo de Bowman e a relação risco-retorno nas empresas brasileiras
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage19
local.citation.issue11
local.citation.spage1
local.description.resumoA premissa de que risco e retorno são positivamente relacionados representa um dos postulados básicos da teoria financeira, fornecendo suporte para a elaboração de estratégias de financiamento e investimento que podem ser utilizadas pelas empresas, com o objetivo de alcançar maiores taxas de retorno sobre o capital investido pelos proprietários. Neste trabalho, investiga-se essa associação, com a utilização de uma abordagem baseada nos estudos de Bowman (1980), que identificou fenômeno denominado “paradoxo de Bowman” relacionado à ausência de associação positiva entre risco e retorno, em um conjunto expressivo de empresas negociadas em bolsas de valores americanas. Como variável de retorno foi utilizada a taxa de retorno sobre o capital próprio (ROE) enquanto que o risco foi medido através variabilidade dos retornos medidos pelo ROE. Os resultados obtidos mostram que, ao contrário do que sugere a teoria, foi identificada associação negativa significativa quando utilizada a variância do ROE como variável de risco, para o total da amostra, para as empresas perdedoras (ROE abaixo da mediana), e de alto risco (variância acima da mediana). Para os setores investigados, foram identificadas associações negativas. Associação positiva foi constatada, predominantemente, em setores com reduzido número de componentes e/ou com elevada regulação. As melhores relações entre risco e retorno foram obtidas, em todos os testes, por empresas em posições mais conservadoras de risco. Dessa forma, graus mais elevados de risco financeiro não foram acompanhados de melhor desempenho, na forma de maiores taxas de retorno aos proprietários.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://www.anpad.org.br/eventos.php?cod_evento=1&cod_edicao_subsecao=1302&cod_evento_edicao=83&cod_edicao_trabalho=21491

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
O paradoxo de bowman e a relação risco-retorno nas empresas brasileiras.pdf
Tamanho:
686.05 KB
Formato:
Adobe Portable Document Format

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
License.txt
Tamanho:
1.99 KB
Formato:
Plain Text
Descrição: