Análise das percepções e dos cuidados à mulher em situação de violência pelos profissionais da rede de atendimento local em um território prioritário brasileiro

dc.creatorClara Marize Carlos
dc.creatorElza Machado de Melo
dc.creatorMarcos Ferreira Benedito
dc.creatorJessica Augusta Canazart
dc.creatorAdriana Katia Emiliano Souza
dc.creatorVictor Hugo Melo
dc.date.accessioned2022-02-22T21:15:42Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:03:09Z
dc.date.available2022-02-22T21:15:42Z
dc.date.issued2016
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn0103880X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/39596
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Médica de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectServiços de Saúde da Mulher
dc.subjectCuidado Integral à Saúde
dc.subjectViolência contra mulher
dc.titleAnálise das percepções e dos cuidados à mulher em situação de violência pelos profissionais da rede de atendimento local em um território prioritário brasileiro
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage50
local.citation.issue8
local.citation.spage46
local.citation.volume26
local.description.resumoObjetivo: o objetivo do estudo foi analisar experiências, concepções e práticas de cuidado dos profissionais relacionados à mulher em situação de violência em um território prioritário brasileiro. Método: trata-se de um estudo qualitativo. Os dados foram coletados por meio de grupos focais e analisados pelo método de análise de conteúdo. Os participantes incluíram enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, um agente comunitário de saúde e uma advogada. Resultados: participaram 39 profissionais no estudo. Três categorias emergiram dos conteúdos obtidos. Sobre seus valores culturais constata-se que os profissionais concebem a violência doméstica como algo que provoca lesões físicas e emocionais, mas enfatizam que a física parece impactar mais as pessoas. O machismo preponderou como a principal causa de violência doméstica. Os profissionais reconheceram as visitas domiciliares como facilitadores e a falta de capacitação profissional como um fator limitante para o cuidado às mulheres em situação de violência. Conclusão: embora os profissionais participantes desse estudo reconheçam que a violência contra a mulher está bastante presente no seu contexto e com impactos negativos sobre a sua saúde, existem algumas barreiras que dificultam o cuidado da mulher em situação de violência, como a falta de capacitação dos profissionais, a falta de comunicação entre os serviços e a ausência de infraestrutura local.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://rmmg.org/artigo/detalhes/2121

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