Caracterização da assistência pré-natal no Centro de Referência de um sistema prisional de Minas Gerais

dc.creatorFernanda Manso Maselli Coutinho
dc.date.accessioned2019-08-09T14:54:40Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:24:04Z
dc.date.available2019-08-09T14:54:40Z
dc.date.issued2013-08-09
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9GEJ72
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEnfermagem
dc.subjectObstetrícia
dc.subject.otherEnfermagem obstétrica
dc.subject.otherPolítica de saúde
dc.subject.otherGestantes
dc.subject.otherPrisões
dc.subject.otherCuidado pré-natal
dc.titleCaracterização da assistência pré-natal no Centro de Referência de um sistema prisional de Minas Gerais
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Tatiana Coelho Lopes
local.description.resumoIntrodução: O número de mulheres em situação de prisão tem crescido nos últimos anos, de acordo com Ministério da Saúde, no ano de 2000 representavam 5% da população prisional e, em 2010 correspondeu a 12%. Objetivo: Caracterizar a assistência pré-natal das mulheres assistidas no Centro de Referência à Gestante Encarcerada do Sistema Prisional de Minas Gerais. Método: Trata-se de um estudo retrospectivo de abordagem quantitativa que incluiu todas as puérperas do Centro de Referência à Gestante Encarcerada do Sistema Prisional de Minas Gerais no período de 01/06/2013 a 30/06/13 que realizaram o pré-natal na Unidade. Resultados: Foram incluídas 34 mulheres. A idade materna média foi 26,2 anos, 67,6% das gestantes não completaram o ensino. Em 47% dos casos, o acompanhamento pré-natal iniciou-se no 1º trimestre de gravidez, sendo que 29,4% das grávidas submeteram-se a todos os exames complementares preconizados. O número médio de consultas de pré-natal foi de 6,67, sendo que 61,7% realizaram 6 ou mais consultas de pré-natal. Em relação a adequação da assistência pré-natal, 100% dos casos foi considerada inadequada quando se considera os critérios preoconizados pelo Programa Nacional de Humanização do Pré-natal e Nascimento (PHPN) do Ministério da Saúde. Conclusões: Com base no PHPN concluiu-se que a assistência de pré-natal no Centro de Referencia a Gestante Privada de Liberdade é inadequada e, apesar de sua boa cobertura, deve ser revista. Mais estudos são necessários para dar visibilidade a essa discussão assim como a atuação da enfermagem obstétrica neste cenário no sentido da garantia de direito das mulheres que vivenciam esta situação.
local.publisher.initialsUFMG

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