Ungulani Ba Ka Hhosa e Mia Couto: o desafio na construção da memória cultural moçambicana no pós-independência
| dc.creator | António N'Runca | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-21T13:55:00Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:45:07Z | |
| dc.date.available | 2025-02-21T13:55:00Z | |
| dc.date.issued | 2025-01-20 | |
| dc.description.abstract | In the current literary scene, Ungulani Ba Ka Khosa and Mia Couto stand out as two of the most prominent Mozambican writers from PALOP and CPLP, being well-known names due to their decisive role and commitment to the social problems of their country in terms of concerns the reaffirmation of cultural identity and the search for the revaluation of ancestral roots. At the same time, the two writers have made invaluable contributions to the advancement of our Portuguese language, through their works imbued with rich linguistic elements and traits that mark the linguistic peculiarity of their sociocultural environment. In this work, we analyze the novels Ualalapi, by Khosa, published in 1987, and the trilogy As sands of the emperor, by Couto, published between 2015 and 2017 in the volumes entitled: Women of Ashes, Shades of Water and The Drinker of horizons. The study was supported by comparative analysis and a qualitative approach, seeking to emphasize the construction of the characters and the narrators' point of view as a strategy adopted by the authors to understand how the mytho-heroic figure of Emperor Ngungunhane is used as a representative symbol in the construction of “collective memory” of the Mozambican people in the post-independence period. | |
| dc.description.sponsorship | CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/80296 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/pt/ | |
| dc.subject | Khosa, Ungulani Ba Ka, 1957- – Ualalapi – Crítica e interpretação | |
| dc.subject | Couto, Mia, 1955- – Areias do imperador – Crítica e interpretação | |
| dc.subject | Literatura moçambicana – História e crítica | |
| dc.subject | Memória coletiva na literatura | |
| dc.subject.other | Ualalapi | |
| dc.subject.other | Areias do imperador | |
| dc.subject.other | Ngungunhana | |
| dc.subject.other | FRELIMO | |
| dc.subject.other | memória coletiva | |
| dc.title | Ungulani Ba Ka Hhosa e Mia Couto: o desafio na construção da memória cultural moçambicana no pós-independência | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Roberta Guimarães Franco Faria De Assis | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/4551479044710942 | |
| local.contributor.referee1 | Maria Zilda Ferreira Cury | |
| local.contributor.referee1 | Terezinha Taborda Moreira | |
| local.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/5311304874815905 | |
| local.description.resumo | No cenário literário atual, Ungulani Ba Ka Khosa e Mia Couto destacam-se como dois escritores moçambicanos mais proeminentes do PALOP e da CPLP, sendo notoriamente nomes muito conhecidos pelo seu papel decisivo e do comprometimento com os problemas sociais do seu país no que tange à reafirmação da identidade cultural e a busca pela revalorização de raízes ancestrais. Além disso, os dois escritores têm dado valiosíssimas contribuições para o avanço da nossa língua portuguesa, através das suas obras impregnadas de elementos e traços linguísticos riquíssimos que marcam a peculiaridade linguística do seu ambiente sociocultural. Neste trabalho, analisamos os romances Ualalapi, de Khosa, publicado em 1987, e a trilogia As areias do imperador, de Couto, publicada entre 2015 a 2017 nos volumes intitulados: Mulheres de cinzas, Sombras da água e O bebedor de horizontes. O estudo foi amparado na análise comparativa e a abordagem de cariz qualitativo, enfatizando a construção dos personagens e o ponto de vista dos narradores como estratégia adotada pelos autores para compreender como a figura mito-heroica do imperador Ngungunhane é usada como símbolo representativo na construção de “memória coletiva” do povo moçambicano no pós-independência. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Estudos Literários |