Anemia ferropriva e seus fatores predisponentes, em escolares da área rural de Novo Cruzeiro - Minas Gerais - Brasil

dc.creatorEliane Garcia Rezende
dc.date.accessioned2019-08-11T06:18:07Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:29:21Z
dc.date.available2019-08-11T06:18:07Z
dc.date.issued2002-03-11
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUDB-8BSGZD
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEpidemiologia
dc.subjectAnemia ferropriva
dc.subject.otherDeficiência de ferro
dc.subject.otherAntropometria
dc.subject.otherEscolares
dc.subject.otherParasitose
dc.subject.otherAnemia ferropriva
dc.titleAnemia ferropriva e seus fatores predisponentes, em escolares da área rural de Novo Cruzeiro - Minas Gerais - Brasil
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Romario Cerqueira Leite
local.contributor.referee1Joel Alves Lamounier
local.contributor.referee1Márcio Antônio Moreira Galvão
local.contributor.referee1Celina Maria Modena
local.description.resumoA deficiência de ferro com ou sem anemia afeta diversas funções orgânicas, sendo problema de saúde pública e motivo de mobilização internacional e nacional para sua redução até 2003. Traçar a prevalência e etiologia desta carência é relevante, principalmente em populações de área rural, onde historicamente subsistem a pobreza com precárias condições sanitárias, educacionais e carência de serviços de saúde. Este estudo buscou caracterizar a deficiência de ferro e a anemia ferropriva bem como seus fatores predisponentes em 439 escolares da área rural de Novo Cruzeiro, MG, Brasil município situado no Vale do Jequitinhonha com Índice de Desenvolvimento Humano de 0,425 considerado como baixo índice. Foram avaliados: hemoglobina, ferro sérico (Fe), capacidade de ligação de ferro (CTLF), índice de saturação de transferrina (IST), antropometria, parasitose intestinal e aspectos sócio-econômicos. As análises estatísticas foram realizadas pelo Epi Info 6.04. Os escolares apresentaram idade de 7 a 15 anos e 50,1% da amostra era do sexo masculino. A prevalência de anemia encontrada foi de 12,1%, entre os escolares sendo 41,5% dos casos anemia ferropriva, tendo a freqüência aumentada com a elevação da idade do escolar (p=0,0137). A carência de ferro medida pelos níveis de Fe, CTLF e IST foi 17,1%, 31,7 % e 36,2% de casos, respectivamente, e não variou com o aumento da idade (p < 0,05). A antropometria pelo índice de massa corporal indicou 9,1% dos alunos com desnutrição e pelo indicador Altura/Idade 23,9% eram desnutridos. A desnutrição aumenta com a elevação da idade dos escolares (p < 0,05). Não foi encontrada relação estatística, usando teste qui-quadrado, entre desnutrição e os parâmetros de carência de ferro. As enteroparasitoses ocorreram em 70,1% dos estudantes e 42,7% dos alunos apresentavam infecção por ancilostomídeos e 40,7% por Schistosoma mansoni. A relação entre parasitose e níveis de ferro não mostrou associação estatística (p < 0,05). A população apresentou-se homogênea com precárias situações de sobrevivência quando avaliadas condições sócio-econômicas como: escolaridade materna, renda per capta e aspectos sanitários. Pelos resultados faz-se necessário elaborar programas de intervenção com estratégias de vigilância epidemiológica no local. Considerando a presença concomitante de vários fatores predisponentes da deficiência de ferro e anemia nos escolares, torna-se necessário aplicar um modelo estatístico mais sensível para melhor investigar as associações entre variáveis. A análise multivariada pode ser recomendada.
local.publisher.initialsUFMG

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