Aminas bioativas e atividade antioxidante em cogumelos

dc.creatorGuilherme Coelho Lopes dos Reis
dc.date.accessioned2019-08-09T16:56:16Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:13:24Z
dc.date.available2019-08-09T16:56:16Z
dc.date.issued2014-06-30
dc.description.abstractThe objective of this study was to investigate the levels of bioactive amines, phenolics, the antioxidant activity and the existence of correlation between antioxidant activity and the levels of polyamines and phenolics in eight types of edible mushrooms available in Belo Horizonte, MG, Brasil. The amines were determined by ion-par high-performance liquid chromatography. The antioxidant capacity was investigated by the methods of inactivation of radical DPPH, ion reduction Mo (VI) and acceleration of lipid oxidation by Rancimat. The levels of total phenolics in mushrooms were determined by Folin Ciocateau reaction. The amines spermidine, putrescine, cadaverine, agmatine, tyramine, tryptamine and phenethylamine were detected in the samples. Spermidine was present in large quantities in every mushroom. The highest content of spermidine was found in Shimeji Preto (1366.7 mg/kg dry mass). Agmatine was detected in six of the eight types of mushrooms analyzed, and the highest content was found in Salmão (2205.9 mg/kg dry mass). All mushrooms showed low levels of biogenic amines. The phenolic contents ranged from 6.15 to 11.74 mg EAG/g of mushroom (dry mass). Shimeji Preto showed the highest total phenolics. The metanolic extract of most mushrooms showed antioxidant activity in all the antioxidant methods evaluated. Only Shitake and Eryngii did not have antioxidant activity by Rancimat. There was no predominance of a particular mushroom in the antioxidant tests. There was no significant correlation between results for the antioxidant methods. Strong correlation of the levels of spermidine in mushrooms and the results of DPPH inhibition was observated. There was a moderate correlation of the levels of spermidine with phenolic contents.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9QTJUN
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAlimentos
dc.subjectAlimentos Análise
dc.subjectCogumelos
dc.subjectAminas
dc.subjectAntioxidantes
dc.subject.otherAminas bioativas
dc.subject.otherEspermidina
dc.subject.otherAgmatina
dc.subject.otherAtividade antioxidante
dc.subject.otherCogumelos
dc.titleAminas bioativas e atividade antioxidante em cogumelos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Maria Beatriz Abreu Gloria
local.contributor.referee1Inayara Cristina Alves Lacerda
local.contributor.referee1Silvia Mendonça Vieira
local.description.resumoO presente trabalho teve como objetivo investigar os teores de aminas bioativas, os teores de fenólicos, a atividade antioxidante e a existência de correlação entre a atividade antioxidante e os teores de poliaminas e fenólicos em oito tipos de cogumelos comestíveis comercializados na região metropolitana de Belo Horizonte MG. As aminas foram determinadas por cromatografia líquida de alta eficiência com par iônico. A capacidade antioxidante foi investigada pelos métodos de inativação do radical DPPH, redução do íon Mo (VI) e aceleração da oxidação lipídica por Rancimat®. Também foram determinados os teores de fenólicos totais nos cogumelos pela reação de Folin Ciocateau. Foram detectadas as aminas espermidina, putrescina, agmatina, cadaverina, tiramina, triptamina e feniletilamina nas amostras analisadas. A espermidina estava presente em grandes quantidades em todos os cogumelos. O maior teor de espermidina foi encontrado no cogumelo Shimeji Preto (1366,7 mg/kg massa seca). Em 6 dos 8 tipos de cogumelos analisados foi detectada a agmatina. O maior teor dessa amina foi encontrado no cogumelo Salmão (2205,9 mg/kg massa seca). Todos os cogumelos apresentaram baixo teores de aminas biogênicas com potencial tóxico. Os teores de fenólicos variaram de 6,15 a 11,74 mg EAG por grama de cogumelo (massa seca). O cogumelo Shimeji Preto apresentou maior teor médio de fenólicos totais (11,74 mg EAG/g). O extrato metanolico da maioria dos cogumelos apresentou atividade antioxidante em todos os métodos antioxidantes avaliados. Apenas os cogumelos Shitake e Eryngii não apresentaram atividade antioxidante no estudo da aceleração da oxidação lipídica por Rancimat. Nenhum cogumelo apresentou atividade antioxidante predominante nos ensaios. Não houve correlação significativa entre os métodos antioxidantes. Foi observada correlação forte dos teores de espermidina nos cogumelos e os resultados do ensaio de inibição DPPH, e correlação moderada dos teores de espermidina com os teores de fenólicos.
local.publisher.initialsUFMG

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
aminas_bioativa_e_atividade_antioxidante_em_cogumelos.pdf
Tamanho:
9.09 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format