Arquitetura de ramos, alocação de biomassa e herbivoria em duas espécies arbóreas com diferentes histórias de vida em uma Floresta Tropical Semidecidual

dc.creatorBárbara de Carvalho Barbosa
dc.date.accessioned2019-08-13T15:39:58Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:23:53Z
dc.date.available2019-08-13T15:39:58Z
dc.date.issued2014-02-25
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9K5HF7
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEcologia
dc.subject.otherByrsonima sericea
dc.subject.otherMabea fistulifea
dc.subject.otherArquitetura de copa de árvore
dc.subject.otherAlocação de biomassa
dc.subject.otherHerbivoria
dc.subject.otherParque Estadual do Rio Doce
dc.subject.otherEsclerofilia
dc.titleArquitetura de ramos, alocação de biomassa e herbivoria em duas espécies arbóreas com diferentes histórias de vida em uma Floresta Tropical Semidecidual
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Servio Pontes Ribeiro
local.contributor.advisor1Geraldo Wilson Afonso Fernandes
local.contributor.referee1Daniel Negreiros Alves Pereira
local.contributor.referee1Mário Marcos do Espírito Santo
local.description.resumoEstudos sobre alocação de biomassa nas copas das árvores tem descrito padrões importantes para a relação de custo/benefício no desenvolvimento das plantas. As mudanças de número, tamanho, estrutura e orientação espacial de galhos e folhas refletem como as plantas otimizam a captura da luz disponível, definindo a direção futura de crescimento da árvore. Este trabalho buscou compreender como a angulação dos ramos de árvores pioneiras e persistentes interfere na alocação de biomassa entre galhos e folhas, e em que direção as alterações nas características foliares decorrentes das angulações, influenciam na taxa de herbivoria nessas espécies. O estudo foi realizado no Parque Estadual do Rio Doce com indivíduos de uma população de Mabea fistulifera (pioneira) e de uma população de Byrsonima sericea (persistente). Dez indivíduos de cada espécie foram escolhidos, dos quais foram coletados três unidades de extensão de galho (unidades de construções/UC´s). Destas foram mensuradas as características morfológicas, de biomassa e de herbivoria. Os resultados permitem concluir que os padrões de alocação de biomassa entre galho e folhas não se alteram em função da angulação e são mantidos entre espécies pioneiras e persistentes, sugerindo que a angulação seja uma variável resposta à altura em que ramifica e com isso não interfere nas características das UC´s. A angulação interfere apenas nas características foliares, alterando os investimentos em área foliar e massa foliar, sendo que essas alterações são diferentes entre as espécies. Além disso, os danos causados pela herbivoria se relacionam indiretamente com a massa foliar específica, e também pode estar associada com a maior concentração de nitrogênio encontrada para as folhas de M. fistulifera, além de que, as características de M. fistulifera foram as que melhor responderam à variação da angulação das UC´s.
local.publisher.initialsUFMG

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