A relação entre a colocação dos clíticos e o parâmetro pro-drop no português brasileiro

dc.creatorMaurício Rubens de Carvalho Guilherme
dc.date.accessioned2019-08-10T11:06:16Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:30:17Z
dc.date.available2019-08-10T11:06:16Z
dc.date.issued2012-06-26
dc.description.abstractThe aim of this dissertation is to discuss the relationship between the clitics and the prodrop parameter in sentences with indeterminate subjects, with the inacusative verb to seem and with imperative verbs in Brazilian Portuguese (BP). For this it makes use of the theoretical framework outlined by Chomsky (1981), Rizzi (1986) and Raposo(1992), which postulates the existence of a Universal Grammar, and according to which the language faculty was divided into two parts. On one side were the principles which are universal and constant, and are responsible for similarities between languages. On the other side were the parameters, that although also universal, have a value that changes from language to language, which would explain the difference betweenthem. The research was motivated initially by the realization that, as has been reported by Holmberg (2000) about the scandinavian languages, with respect to the operation named Stilistic Fronting, the subject position in BP has been increasingly filled by XP's moved to that position, or inserted in it in order to check the feature EPP, which, according Chomsky (1998), requires that the position of Spec-TP (Spec-IP) is filled bya category. Thus, the satisfaction of EPP, according to Holmberg (op.cit.) Can occur in several ways: by movement of a theta-DP; by inserting an expletive XP; for clitic pronouns; or even for agreement affixes in T°. The main hypothesis of this study is that pronominal clitics, especially first-person "me", move to subject position when it is empty, including occasioning the order (cl +V) in absolute beginning of the sentence,countering European Portuguese data evidencing an characteristic of PB. Preliminary surveys realize that whenever the pronominal clitic is present in a context of indeterminate subject, there is the exclusion of the nominative pronoun, which reinforces the idea that the clitic occupies the position of the excluded nominative pronoun within the structure of this sentence.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/LETR-8Y4PB8
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectExigências do sistema: Adobe Acrobat Reader
dc.subjectLíngua portuguesa Pronome
dc.subjectLíngua portuguesa Verbos
dc.subjectLíngua portuguesa Gramática
dc.subject.otherparâmetro pro-drop
dc.subject.otherlíngua V2
dc.subject.otherclíticos
dc.subject.otherStilistic Fronting
dc.subject.othertraço EPP
dc.titleA relação entre a colocação dos clíticos e o parâmetro pro-drop no português brasileiro
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Lorenzo Teixeira Vitral
local.contributor.referee1Fabio Bonfim Duarte
local.contributor.referee1Eloisa Nascimento Silva Pilati
local.description.resumoO objetivo da presente dissertação é discutir a relação existente entre os clíticos e o parâmetro pro-drop em frases com sujeitos indeterminados, com o verbo parecer inacusativo e com verbos imperativos no Português Brasileiro (PB). Para isso lança-semão do quadro teórico traçado por Chomsky (1981), Rizzi (1986) e Raposo (1992), que postula a existência de uma Gramática Universal, e segundo o qual a faculdade da linguagem estaria dividida em duas partes. De um lado estariam os Princípios, que são universais e constantes, e que são responsáveis pelas similaridades entre as línguas. Do outro lado estariam os Parâmetros, que embora também universais, possuem um valor que muda de língua para língua, o que explicaria a diferença entre elas. A pesquisa motiva-se inicialmente pela percepção de que, a exemplo do que foi relatado por Holmberg (2000) a respeito das línguas escandinavas, quanto à operação chamadaStilistic Fronting; a posição de sujeito em PB vem sendo cada vez mais preenchida por XPs movidos para essa posição, ou nela inseridos, a fim de checar o traço EPP, o qual, segundo Chomsky (1998), requer que a posição de Spec-TP (Spec-IP) seja preenchida por alguma categoria. Desse modo, a satisfação a EPP, segundo Holmberg (op.cit.) podeocorrer de várias maneiras como: pelo movimento de um DP temático; pela inserção de um XP expletivo; por pronomes clíticos; ou, ainda, por meio de afixos de concordância que se adjungem ao núcleo Tº. A principal hipótese desse trabalho é de que clíticos pronominais, em especial o de primeira pessoa me, se movem para a posição desujeito sempre que essa se encontra vazia, ocasionando inclusive a ordem (cl+V) em início absoluto de frase, contrariando dados do Português Europeu e evidenciando uma característica do PB. Levantamentos preliminares dão conta de que sempre que o clíticopronominal está presente em um contexto de sujeito indeterminado há a exclusão do pronome nominativo, o que reforça a ideia de que aquele ocupa a posição deste dentro da estrutura da frase.
local.publisher.initialsUFMG

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