Percepção de mulheres brasileiras do campo, da floresta e das águas sobre violência contra a mulher e estratégias de atenção na rede local de proteção

dc.creatorÉrica Fernandes Rodrigues
dc.date.accessioned2021-01-19T14:59:38Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:37:59Z
dc.date.available2021-01-19T14:59:38Z
dc.date.issued2020-08-25
dc.description.abstractABSTRACT This study deals with violence against women, living in the territories of fields, forests and waters, which occurs in intrafamily relationships and between intimate partners. The dissertation aims to study the perception of Brazilian women in the fields, forests and waters about violence against women and the possibilities of care in the services of the network of protection for women in situations of violence, in these territories. This is a descriptive and exploratory research, with a qualitative approach. For this dissertation, we used the information from 34 interviews conducted with Brazilian women in eight municipalities selected by the Ministry of Health, in the macroregions of Campo, Floresta and Águas. Women characterized violence against women as domestic violence that is expressed by physical, psychological and sexual violence and can be committed by children or partners. Domestic violence was associated with sexist culture, religion, alcohol and drug abuse, women's submission to men, women's behavior in certain spaces. On the possibilities of coping with and overcoming violence, they highlighted the importance of talking wheels and support groups, some sought to study and act in the community, others sought to build families without repeating the family situations experienced. The stagnation of public policies to defend women and confront violence does not compact with the will of Brazilian women who have suffered or witnessed violence in their realities, since in their territories they organize and mobilize to defend themselves and fight violence.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/34777
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectViolência contra a Mulher
dc.subjectViolência de Gênero
dc.subjectPopulação Rural
dc.subjectRelações Familiares
dc.subjectProteção Pessoal
dc.subject.otherviolência contra a mulher
dc.subject.otherpercepções de violência
dc.subject.otherviolência de gênero
dc.titlePercepção de mulheres brasileiras do campo, da floresta e das águas sobre violência contra a mulher e estratégias de atenção na rede local de proteção
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Adalgisa Peixoto Ribeiro
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6320450154573852
local.contributor.referee1Elza Machado de Melo
local.contributor.referee1Elis Mina Seraya Bord
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3974427422285568
local.description.resumoResumo O presente estudo trata da violência contra a mulher, residentes nos territórios dos campos, das florestas e das águas, que ocorre nas relações intrafamiliares e entre parceiros íntimos. A dissertação se propõe a estudar a percepção de mulheres brasileiras dos campos, das florestas e das águas acerca da violência contra a mulher e das possibilidades de atendimentos nos serviços da rede de proteção às mulheres em situação de violência, nestes territórios. Trata-se de uma pesquisa descritiva e exploratória, de abordagem qualitativa. Para a presente dissertação, lançou-se mão das informações de 34 entrevistas realizadas com mulheres brasileiras, em oito municípios selecionados pelo Ministério da Saúde, nas macrorregiões de Campo, Floresta e Águas. As mulheres caracterizaram a violência contra a mulher como violência doméstica que se expressa pela violência física, psicológica e sexual e pode ser cometida por filhos ou companheiros. A violência doméstica foi associada à cultura machista, à religião, ao abuso de álcool e drogas, à submissão das mulheres aos homens, ao comportamento da mulher em determinados espaços. Sobre as possibilidades de enfrentamento e superação da violência, destacaram a importância de rodas de conversas e grupos de apoio, algumas buscaram estudar e atuar na comunidade, outras buscaram construir famílias sem repetir as situações familiares vividas. A estagnação das políticas públicas de defesa das mulheres e enfrentamento da violência não compactua com a vontade das mulheres brasileiras que já sofreram ou presenciaram violências em suas realidades, já que em seus territórios se organizam e se mobilizam para se defenderem e combaterem a violência.
local.identifier.orcid0000-0002-2332-4222
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Promoção de Saúde e Prevenção da Violência

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