Programa de índio ou programa de "branco"? análise de um programa de desenvolvimento no Paraná
| dc.creator | Adriana Vinholi Rampazo | |
| dc.creator | Luiz Alex Silva Saraiva | |
| dc.date.accessioned | 2022-06-13T15:50:21Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:02:20Z | |
| dc.date.available | 2022-06-13T15:50:21Z | |
| dc.date.issued | 2016-09 | |
| dc.identifier.isbn | 2177-2576 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/42464 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Encontro da ANPAD | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Indígenas | |
| dc.subject | Desenvolvimento econômico | |
| dc.subject.other | Desenvolvimento | |
| dc.subject.other | Programa de desenvolvimento | |
| dc.subject.other | Comunidade indígena | |
| dc.title | Programa de índio ou programa de "branco"? análise de um programa de desenvolvimento no Paraná | |
| dc.type | Artigo de evento | |
| local.citation.issue | 40 | |
| local.description.resumo | O Programa de Desenvolvimento Sustentável Sociocultural, Econômico e Ambiental da Terra Indígena Apucaraninha foi criado como condicionante para que a comunidade recebesse os valores de uma indenização pela construção e operação de uma usina hidrelétrica. Para esse programa, foram criados por consultores contratados e, teoricamente, com a participação dos indígenas, projetos de desenvolvimento com cunho essencialmente econômicos que, na visão dos profissionais, iria melhorar a vida da comunidade. No entanto, passados tanto tempo da aprovação dos projetos, grande parte deles ainda jaz em uma gaveta. Mas o que deu errado? Acreditamos que os projetos desenvolvidos para o programa não levaram em conta a lógica dos indígenas e seu modo de vida, sendo imposta a eles uma racionalidade econômica capitalista. Desta forma, nosso objetivo neste estudo é compreender como em um programa de desenvolvimento, supostamente comprometido com a participação e a autonomia indígena, são ignorados os diferentes modos de vida que se distanciam do modelo dominante, se transformando em uma nova forma de tutela e, portanto, de dominação. Para isso, entrevistamos indígenas e “brancos” participantes do programa, buscamos documentos e utilizamos um caderno de campo para coletar os dados que foram, então, analisados a partir da perspectiva da Análise do Discurso de Linha Francesa. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | http://www.anpad.org.br/eventos.php?cod_evento=1&cod_evento_edicao=83 |