Políticas da imagem fotográfica em “Elas, Madalenas”: subjetivação e desidentificação de mulheres trans

dc.creatorAna Luisa Mayrink
dc.creatorAngela Cristina Salgueiro Marques
dc.creatorMarco Aurélio Máximo Prado
dc.date.accessioned2024-05-29T18:17:17Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:54:01Z
dc.date.available2024-05-29T18:17:17Z
dc.date.issued2018-05-05
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.22484/2318-5694.2018v6n11p13%20-%2036
dc.identifier.issn2318-5694
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/68772
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofTríade: Comunicação, Cultura e Mídia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPolítica
dc.subjectPessoas transgênero - Identidade
dc.subjectPessoas LGBTQ+
dc.subjectEstética
dc.subjectFotografia
dc.subject.otherMulheres trans
dc.subject.otherPolítica
dc.subject.otherEstética
dc.subject.otherFotografia
dc.subject.otherSubjetivação
dc.titlePolíticas da imagem fotográfica em “Elas, Madalenas”: subjetivação e desidentificação de mulheres trans
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage36
local.citation.issue11
local.citation.spage13
local.citation.volume6
local.description.resumoEste artigo visa compreender a relação entre a aparência de mulheres trans e seu respectivo potencial político. A partir dos conceitos de subjetivação, desidentificação, estética e política de Jacques Rancière, a reflexão busca, através da análise de algumas das imagens fotográficas da exposição “Elas, Madalenas” (Lucas Ávila, 2011), evidenciar como essas mulheres valem-se de recursos da ordem do visível para performar gênero e, ao mesmo tempo, dão a ver questões de sua exclusão sistemática dos espaços de discurso presentes na sociedade. O esforço empreendido foi no sentido de tentar entender como mulheres trans, através da maquiagem, das roupas, do cuidado com os cabelos e de tantos outros artifícios que fazem parte da aparência visível, se apropriam criativamente de seus corpos, elaboram uma linguagem própria e inventam uma forma de vida cuja potência está no ato de aparecer, na construção de uma cena enunciativa argumentativa e performática animada pelo dissenso.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-3207-7542
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
local.publisher.departmentFAFICH - FACULDADE DE FILOSOFIA E CIENCIAS HUMANAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.uniso.br/triade/article/view/3103

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