Relationship between primary and secondary dental care in public health services in Brazil

dc.creatorRenata Castro Martins
dc.creatorClarice Magalhães Rodrigues dos Reis
dc.creatorAntônio Thomaz Gonzaga da Matta Machado
dc.creatorJoão Henrique Lara do Amaral
dc.creatorMarcos Azeredo Furquim Werneck
dc.creatorMauro Henrique Nogueira Guimarães de Abreu
dc.date.accessioned2023-08-03T16:44:19Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:22:48Z
dc.date.available2023-08-03T16:44:19Z
dc.date.issued2016-10-18
dc.description.abstractEste estudo transversal avaliou a relação entre atenção primária e secundária à saúde bucal no Brasil. Para tanto, foram utilizados dados do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e Qualidade da Atenção Primária. Cirurgiões-dentistas de 12.403 equipes de saúde bucal (ESBs) responderam a um questionário estruturado em 2012. Os dados foram analisados ​​de forma descritiva e por análise de cluster. Das 12.387 (99,9%) ESB que responderam a todas as questões, 62,2% relataram a existência de Centros de Especialidades Odontológicas (CEO) para os quais poderiam encaminhar pacientes. As especialidades com maior frequência foram endodontia (68,4%), cirurgia oral menor (65,8%), periodontia (63,0%), radiologia (46,8%), medicina oral (40,2%), ortodontia (20,5%) e implantodontia (6,2%). ). Em todos os percentis, o menor tempo de espera pela atenção secundária foi a radiologia, seguida da medicina oral e das demais especialidades. No percentil 50, a espera para endodontia, periodontia, cirurgia oral menor e ortodontia foi de 30 dias, enquanto para implantodontia a espera foi de 60 dias. Por fim, no percentil 75, a espera para endodontia, ortodontia e implantodontia foi de 90 dias ou mais. Foram identificados dois clusters, com diferentes frequências de acesso à ESB às especialidades. O Cluster 1 (n = 7.913) incluiu os ESB com menor frequência em todas as especialidades, exceto ortodontia e implantodontia, em comparação com o Cluster 2 (n = 4.474). Das regiões brasileiras, as regiões Sul e Sudeste apresentaram as maiores frequências para o Cluster 2, com melhores índices para a relação entre atenção primária e secundária. Este estudo sugere algumas dificuldades na relação entre atenção primária e secundária em especialidades específicas em saúde bucal, com grande número de ESB com acesso limitado aos CEOs, além de desempenho diferenciado no acesso da ESB aos CEOs entre as regiões brasileiras.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.description.sponsorshipOutra Agência
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1371/journal.pone.0164986
dc.identifier.issn1932-6203
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/57419
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofPLOS ONE
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSaúde bucal
dc.subjectAtenção primária à saúde
dc.subjectAtenção secundária à saúde
dc.subjectSaúde - Brasil
dc.subjectAvaliação em saúde
dc.subject.otherPrimary oral health care
dc.subject.otherSecondary oral health care
dc.subject.otherBrazil
dc.titleRelationship between primary and secondary dental care in public health services in Brazil
dc.title.alternativeRelação entre atendimento odontológico primário e secundário em serviços públicos de saúde no Brasil
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue10
local.citation.volume11
local.description.resumoThis cross-sectional study evaluated the relationship between primary and secondary oral health care in Brazil. For this purpose, data from the National Program for Improving Access and Quality of Primary Care were used. Dentists from 12,403 oral health teams (OHTs) answered a structured questionnaire in 2012. The data were analyzed descriptively and by cluster analysis. Of the 12,387 (99.9%) OHTs that answered all the questions, 62.2% reported the existence of Dental Specialties Centers (DSCs) to which they could refer patients. The specialties with the highest frequencies were endodontics (68.4%), minor oral surgery (65.8%), periodontics (63.0%), radiology (46.8%), oral medicine (40.2%), orthodontics (20.5%) and implantology (6.2%). In all percentiles, the shortest wait time for secondary care was for radiology, followed by oral medicine and the other specialties. In the 50th percentile, the wait for endodontics, periodontics, minor oral surgery and orthodontics was 30 days, while for implantology, the wait was 60 days. Finally, in the 75th percentile, the wait for endodontics, orthodontics and implantology was 90 days or more. Two clusters, with different frequencies of OHT access to specialties, were identified. Cluster 1 (n = 7,913) included the OHTs with lower frequencies in all specialties except orthodontics and implantology compared with Cluster 2 (n = 4,474). Of the Brazilian regions, the South and Southeast regions had the highest frequencies for Cluster 2, with better rates for the relationship between primary and secondary care. This study suggests certain difficulties in the relationship between primary and secondary care in specific specialties in oral health, with a great number of OHTs with limited access to DSCs, in addition to different performance in terms of OHT access to DSCs across Brazilian regions.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8911-0040
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6928-8693
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0516-8529
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6900-7559
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4160-018X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8794-5725
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA SOCIAL E PREVENTIVA
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0164986

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