Fatores de risco para ocorrência de acidente vascular encefálico em indivíduos de 2 a 20 anos

dc.creatorJulia Duarte Gandra
dc.date.accessioned2019-08-10T03:04:18Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:10:50Z
dc.date.available2019-08-10T03:04:18Z
dc.date.issued2010-12-15
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9JUQQV
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAcidente vascular cerebral
dc.subject.otherAdolescentes
dc.subject.otherFatores de risco
dc.subject.otherAcidente vascular encefálico
dc.titleFatores de risco para ocorrência de acidente vascular encefálico em indivíduos de 2 a 20 anos
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Marisa Antonini Ribeiro Bastos
local.contributor.referee1Silma Maria Cunha Pinheiro Ribeiro
local.contributor.referee1Miguir Terezinha Vieccelli Donoso
local.description.resumoTrata-se de uma revisão integrativa da literatura, com o objetivo de identificar os fatores de risco para ocorrência de acidente vascular encefálico (AVE) m indivíduos de 0 a 20 anos e prover recomendações baseadas em evidências para a prevenção destes fatores. Utilizou-se como fonte a produção científica das bases de dados MEDLINE, LILACS e portal de periódicos do SCIELO. Após a seleção dos trabalhos a partir dos critérios de inclusão, foram identificados dezesseis estudos randomizados controlados que identificaram os diversos fatores de risco para ocorrência de AVE em crianças até 18 anos. Os resultados desta revisão integrativa indicam que os fatores de risco mais prevalentes para a ocorrência de AVE infantil são: hipertensão, diabetes, malformações arteriovenosas, doenças hematológicas, alcoolismo, tabagismo obesidade, dislipidemia, doenças autoimunes (síndrome do anticorpo antifosfolipide; lúpus), distúrbios de coagulação (policitemia, anemia falciforme, deficiência de proteína C e S), uso de drogas, trombocitemia, arteriopatia cerebral autossômica dominante com infartos subcorticais, patologia mitocondrial (Síndrome de Kearns- Sayre), infecções/febre, anomalias vasculares, doença vascular do colágeno, mutação do fator V Leiden, a mutação protombótica, câncer, doenças metabólicas, e a trissomia 21 como um possível fator de risco. Sugere-se que se realizem novos estudos sobre o tratamento do AVE infantil, e sobre a importância do diagnóstico precoce desta patologia, visando diminuir os danos cerebrais e cognitivos da criança. Conclui-se que parte dos fatores de risco identificados podem ser prevenidos, como a hipertensão, tabagismo, diabetes, abuso de álcool e drogas, e que é de grande importância que o enfermeiro participe ativamente na prevenção destes fatores, não somente durante a infância mas também no período gestacional.
local.publisher.initialsUFMG

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