Resíduos de agrotóxicos organofosforados: validação de método de cromatografia a gás e quantificação em produtos agrícolas

dc.creatorEliane Hooper Amaral
dc.date.accessioned2019-08-12T11:55:24Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:21:36Z
dc.date.available2019-08-12T11:55:24Z
dc.date.issued2007-03-27
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MBSA-7F9J8D
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAnálise cromatográfica
dc.subjectAlimentos
dc.subjectValidação de método
dc.subjectPesticidas Resíduos em alimentos
dc.subjectAlimentos Contaminação
dc.subjectProdutos agricolas Pesquisa
dc.subject.otherValidação intralaboratorial
dc.subject.otherProdutos agrícolas
dc.subject.otherAnálise de multiresíduos
dc.subject.otherOrganofosforados
dc.subject.otherCromatografia gasosa
dc.subject.otherAnálise de alimentos
dc.titleResíduos de agrotóxicos organofosforados: validação de método de cromatografia a gás e quantificação em produtos agrícolas
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Roberto Goncalves Junqueira
local.contributor.referee1Zenilda de Lourdes Cardeal
local.contributor.referee1Fernao Castro Braga
local.contributor.referee1Silvana da Motta
local.description.resumoUma validação intralaboratorial de um método de multiresíduos para ensaio de inseticidas organofosforados em produtos agrícolas por cromatografia gasosa com detector termiônico específico foi realizada dentro de um procedimento detalhado, incluindo um delineamento experimental. O método foi validado para os analitos clorfenvinfós, clorpirifós, diclorvós, dimetoato, etiona, etoprofós, parationa-metílica e pirimifós-metílico nas matrizes alface, banana e tomate. Foram realizados ensaios com curvas de solventes e de matriz, amostras brancas e adicionadas. As premissas relacionadas às estatísticas empregadas foram avaliadas e confirmadas. A linearidade do método foi obtida na faixa de 12 a 92 ng mL-1. Houve efeito do dia nos estudos de linearidade do método. Comprovou-se o efeito de matriz, com exceções para dimetoato em alface, clorpirifós em banana e clorfenvinfós em tomate. As médias de recuperação, na faixa do limite de quantificação, variaram de 76,7% a 104,2%. O método apresentou precisão aceitável, desvios padrão relativos sob condições de repetitividade entre 5,2% a 14,3% e reprodutibilidade parcial entre 5,7% a 21,4%. Não houve precisão para o clorfenvinfós no nível de adição de 8,0 µg kg-1 nas matrizes alface e banana, para o diclorvós no nível 8,0 µg kg-1 para a matriz alface e nos três níveis de adição estudados para as matrizes banana e tomate. Os limites de detecção foram de 5,0 µg kg-1 e 8,0 µg kg-1. Os limites de quantificação foram de 8,0 µg kg-1 a 40,0 µg kg-1. Foram determinados limite de decisão de 6,7 µg kg-1 a 5,1 mg kg-1 e capacidade de detecção de 11,3 µg kg-1a 5,5 mg kg-1. Das 309 amostras analisadas, 18,4% apresentaram resíduos de OF, sendo que 13,6% estavam em desacordo com a legislação vigente. Destas, 92,9% apresentaram resíduos de OF não autorizado para a cultura e 7,1% apresentaram limites acima do permitido.
local.publisher.initialsUFMG

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