Performances da branquitude: o que é que a baiana tem feito no Axé?
| dc.creator | Mariana Marina Santos de Carvalho | |
| dc.date.accessioned | 2022-08-23T18:16:06Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T01:31:50Z | |
| dc.date.available | 2022-08-23T18:16:06Z | |
| dc.date.issued | 2021-11-30 | |
| dc.description.sponsorship | CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/44496 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Axé-music | |
| dc.subject | Performance musical | |
| dc.subject | Racismo na arte | |
| dc.subject | Cantoras - Bahia | |
| dc.subject | Sangalo, Ivete, 1972- | |
| dc.subject | Leitte, Cláudia, 1980- | |
| dc.subject | Mercury, Daniela, 1965- | |
| dc.subject.other | Branquitude | |
| dc.subject.other | Performance musical | |
| dc.subject.other | Claudia Leitte | |
| dc.subject.other | Daniela Mercury | |
| dc.subject.other | Ivete Sangalo | |
| dc.title | Performances da branquitude: o que é que a baiana tem feito no Axé? | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Glaura Lucas | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/5237321219459906 | |
| local.contributor.referee1 | Lúcia Pompeu de Freitas Campos | |
| local.contributor.referee1 | Lourenço da Conceição Cardoso | |
| local.contributor.referee1 | Eduardo Pires Rosse | |
| local.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/7776024170395594 | |
| local.description.resumo | O objetivo da pesquisa é problematizar a branquitude a partir das performances das cantoras Claudia Leitte, Daniela Mercury e Ivete Sangalo, ícones do gênero Axé music, uma cultura que se caracteriza pelo encontro da música dos blocos de trio – frevo baiano – com a música dos blocos afro – samba-reggae (GUERREIRO, 2000). A proposta é focalizar a dimensão da branquitude (BENTO, 2002) em suas performances, analisando a influência dessa visão de mundo na música, e questionando os estereótipos da mulher branca como o padrão estético e o ideal feminino (CARNEIRO, 2020). Analiso a concepção artística da branquitude a partir dos seguintes trabalhos: Claudia Leitte – DVD Negalora (2012); Daniela Mercury – Videoclipe Pantera Negra Deusa (2018); Ivete Sangalo – Videoclipe O mundo vai (2020). Aqui, entendo a música enquanto performance, o que significa entendê-la como um fenômeno irredutivelmente social (COOK, 2006), que transcende o universo estritamente sonoro (ALMEIDA, 2017). Também diferencio a performance nos dois formatos – no show ao vivo, realizado para a gravação do DVD, e nos videoclipes. Para a descrição e análise do material, localizo a branquitude, apresentando brevemente os Estudos Críticos da Branquitude, destacando o privilégio branco, que irá impactar o acesso de mulheres brancas e mulheres negras ao mercado de trabalho. Abordo o gênero Axé music, com foco nas relações raciais, trazendo uma perspectiva que contribui para as análises. Além do lócus de enunciação das cantoras, problematizo o meu próprio lugar enquanto mulher branca na pesquisa, evidenciando que sempre produzimos de algum lugar. Assim, evidencio a influência dessa visão de mundo na música, demonstrando como a concepção artística está marcada pelo lugar social que essas mulheres brancas ocupam na sociedade racista brasileira. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | MUSICA - ESCOLA DE MUSICA | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Música |