Síndrome Metabólica Equina - Revisão de Literatura

dc.creatorNathália Cristina Coelho Monteiro
dc.date.accessioned2023-03-24T14:38:43Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:24:47Z
dc.date.available2023-03-24T14:38:43Z
dc.date.issued2022-11-18
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/51198
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherEquino
dc.subject.otherObesidade
dc.titleSíndrome Metabólica Equina - Revisão de Literatura
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Renata de Pino Albuquerque Maranhão
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1020600036344805
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3384604344436275
local.description.resumoA caracterização da Síndrome Metabólica Equina (SME) se dá por um distúrbio metabólico insulínico e está, principalmente, associado à obesidade. Porém, animais que não são obesos podem apresentar SME, assim como nem todos os animais obesos manifestam a desregulação insulínica. A obesidade nesses animais pode ser generalizada ou regional. Os principais pontos de acúmulo de gordura são o pescoço, a espádua e a base da cauda, podendo ser mensurado por uma escala desenvolvida com as principais características de escore corporal. Com o acúmulo de gordura e o início de produção de citocinas pró inflamatórias pelos adipócitos, se desenvolve a resistência e a desregulação insulínica. A insulina tem sua produção principalmente pelo pâncreas, e através de seus transportadores, é direcionada para as membranas das células para carrear a glicose. Quando há desregulação insulínica, nem sempre toda a glicose circulante é direcionada para dentro das células, causando hiperglicemia. Em cavalos, a hiperglicemia não é um sinal clínico comum da SME, mas isso não significa que o animal não tenha resistência à insulina. Diante disso, a principal patologia associada às consequências de animais obesos com SME é a laminite. Em teoria, a resistência insulínica aumenta os fatores de crescimento semelhante à insulina tipo 1 (IGF-1) circulantes, causando uma modificação nas células lamelares e consequentemente alterando a fisiologia do casco. Além disso, outro agravante é o aumento da vasodilatação, possibilitando a chegada de mais citocinas inflamatórias no interior dos cascos. Para fechar o diagnóstico de SME, existem alguns exames laboratoriais e testes dinâmicos a serem feitos. Os testes dinâmicos considerados como padrão ouro para diagnóstico de resistência à insulina são os de resposta glicêmica e insulinêmica à insulina e/ou glicose (clamp euglicêmico hiperinsulinêmico – EHC e teste de tolerância à glicose intravenosa com coleta frequente – FSIGTT), porém são testes de difícil realização na prática. Os testes de eleição para diagnosticar a SME são os testes de açúcar oral e teste de tolerância a glicose, sendo fáceis de realizar e interpretar. Alguns tratamentos medicamentosos já são usados para tratar a laminite em animais com SME, como a metformina e a levotiroxina e estudos recentes mostram a eficácia da velaglifozina e da canaglifozina. Contudo, a SME relacionada com a laminite ainda demanda muitos estudos para novas comprovações.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Medicina Veterinária

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