Efeito da fixação do polo inferior do baço e da secção da membrana peritoneal gastroesplênica na vitalidade do remanescente da esplenectomia subtotal em ratos

dc.creatorFernanda Alves Mendonça
dc.date.accessioned2019-08-13T20:07:51Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:58:04Z
dc.date.available2019-08-13T20:07:51Z
dc.date.issued2014-10-06
dc.description.abstractProcedures on the spleen has changed in the last years, and in this scope, indication for total splenectomy has been reduced. Subtotal splenectomy preserving the lower pole is the newest option for preserving spleen parenchyma. Purpose: Verify the viablility of the spleen lower pole after subtotal splenectomy with suture to the stomach and after posterior peritoneal gastroesplenic membrane resection, using macro and microscopic avaliations. Methods: Sixty Wistar rats were used in this study and were randomly distributed in the 3 groups: Group 1: (n=20), subtotal splenectomy with lower pole preservation, Group 2: (n=20) subtotal splenectomy with lower pole preservation and suture to the stomach, Group 3: subtotal splenectomy with lower pole preservationa and posterior peritoneal ligament resection. The animals were sacrificed 45 days after the surgery and the spleen lower poles were removed for macroscopic and microscopic examination. Results: All animals in this series survived. No macroscopic diferences were encountered between the groups. Microscopic avaliation observed statistic diference about fibrosis between group 1 and 3 (p0,05), but no diferences when analysed necrosis or inflamation. Conclusions: Viability of the spleen lower pole after subtotal splenectomy is not modified when its fixed to the stomach or when the posterior peritoneal gastrosplenic ligament is resected.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9UJFF5
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBaço/cirurgia
dc.subjectLigadura/métodos
dc.subjectModelos animais de doenças
dc.subjectResultado de tratamento
dc.subjectEsplenectomia/métodos
dc.subjectRatos Wistar
dc.subjectPeríodo pós-operatório
dc.subjectEstudos de avaliação
dc.subjectEsplenopatias
dc.subjectEsplenectomia
dc.subject.otherRatos wistar
dc.subject.otherBaço
dc.subject.otherEsplenopatias
dc.subject.otherEsplenectomia
dc.subject.otherCirurgia
dc.titleEfeito da fixação do polo inferior do baço e da secção da membrana peritoneal gastroesplênica na vitalidade do remanescente da esplenectomia subtotal em ratos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Danilo Nagib Salomão Paulo
local.contributor.advisor1Tarcizo Afonso Nunes
local.description.resumoA esplenectomia total está sendo cada vez mais evitada, devido aos riscos advindos da ressecção completa do baço. A esplenectomia subtotal com preservação do polo inferior (ESTPI) é a técnica mais recentemente descrita com a intenção de preservar o parênquima esplênico. Objetivo: verificar a vitalidade do polo inferior do baço, após ESTPI com ou sem fixação do polo inferior ao estômago e com secção total da membrana peritoneal gastroesplênica. Método: foram utilizados 60 ratos wistar, machos, com peso entre 280 e 320 g, distribuídos randomicamente em três grupos: grupo 1 - ESTPI (n=20), grupo 2 - ESTPI com fixação do polo inferior do baço na região do corpo gástrico (n=20), grupo 3 - ESTPI com secção da membrana peritoneal gastroesplênica (n=20). No 45º dia pós-operatório extirpou-se o polo inferior do baço e avaliou-se macroscopicamente a viabilidade por meio da coloração, forma, tamanho, aspecto da superfície, tecido necrótico, fibrótico e aderências; e microscopicamente pela presença de necrose, infiltrado inflamatório, proliferação vascular e fibrose. Os cálculos estatísticos foram realizados pelo programa Biostat 5.0 e utilizados: o teste t de student, a análise de variância (ANOVA), o teste de Kruskal Wallis e o teste exato de Fisher. O valor de p0,05 foi considerado significante. Resultados: na avaliação das alterações macroscópicas do polo inferior do baço entre os três grupos, verificou-se que não houve diferença significante entre eles. Na avaliação microscópica, constatou-se que não houve diferença quanto à necrose e à inflamação, porém a fibrose foi mais frequente no grupo 3 que no grupo 1 (85% no grupo 1, 95% no grupo 2 e 80% no grupo 3) (p0,05). Conclusão: a vitalidade do polo inferior do baço após a ESTPI não é alterada pela fixação do mesmo no estômago ou quando se secciona a membrana peritoneal gastroesplênica.
local.publisher.initialsUFMG

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