Efeito da auto liberação miofascial sobre a recuperação de atletas após uma partida de futebol feminino profissional.

dc.creatorGeraldo Oliveira Carvalho Junior
dc.date.accessioned2022-04-14T19:53:44Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:16:55Z
dc.date.available2022-04-14T19:53:44Z
dc.date.issued2020-07-30
dc.description.abstractThe objective of the study was to verify the effect of a self-myofascial release protocol on the recovery of athletes after the professional female's soccer match. Ten players participated in the study (age 23.6±5.4 years; height 161.7±6.5 cm and body mass 58.5±6.4 kg). The athletes participated in two study conditions, self-myofascial release (SMFR) and control (passive recovery). In the SMFR condition, the athletes performed a self-myofascial release protocol the day after the match, on the quadriceps, adductors, hamstrings, iliotibial, gluteus, and gastrocnemius bands, lasting approximately 25 minutes. Perceptual (TQR, DOMS, BRAMS), mechanical (CMJ and Sprint 10 and 20 m), and physiological (CK) variables were monitored in the pre-match, post-match 24, and 48 h. To compare the two situations in the study, an ANOVA of repeated measures was performed using the Bonferroni α <5% post hoc test and the effect size was calculated by the partial ETA squared (ɳ𝑝2). No significant interactions were found between the two study conditions for the perceptual variables TQR (p=0.664, ɳ𝑝2=0.044), DOMS (p=0.845, ɳ𝑝2=0.19), BRAMS fatigue (p=0.447,ɳ𝑝2=0.073) and BRAMS vigor (p=0.644, ɳ𝑝2=0.048) and for the mechanical variables CMJ (p=0.789, ɳ𝑝2=0.026), Sprint 20 m (p=0.77, ɳ𝑝2=0.248) and Sprint 10 m (p=0.253,ɳ𝑝2=0.142). The physiological variable CK showed significant interaction (p=0.001,ɳ𝑝2=0.543), with higher values at the time of 24 h for the control condition. The results found showed that a single myofascial release session held 24 h after a soccer match did not accelerate the athletes' recovery process.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/41038
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectExercícios físicos
dc.subjectSíndrome da dor miofascial
dc.subjectFadiga muscular
dc.subject.otherAuto liberação miofascial.
dc.subject.otherFutebol feminino.
dc.subject.otherRecuperação pós-jogo.
dc.titleEfeito da auto liberação miofascial sobre a recuperação de atletas após uma partida de futebol feminino profissional.
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Bruno Pena Couto
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1116481452645020
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0260992203721113
local.description.resumoO objetivo do estudo foi verificar o efeito de um protocolo de auto liberação miofascial sobre a recuperação de atletas após a partida de futebol feminino profissional. Participaram do estudo 10 jogadoras profissionais de futebol de uma equipe da cidade de Belo Horizonte – MG, com idade média de 23,6 ± 5,4 anos, altura 161,7 ± 6,5 cm e massa corporal 58,5 ± 6,4 Kg. As atletas participaram de duas situações do estudo, auto liberação miofascial (ALM) e controle (recuperação passiva). Na situação ALM as atletas realizaram um protocolo de auto liberação miofascial no dia seguinte ao jogo, utilizando um rolo rígido sobre os grupos musculares quadríceps, adutores, isquiotibiais, banda iliotibial, glúteo e gastrocnêmio. A duração do protocolo foi de aproximadamente 25 minutos com uma cadencia estipulada em 1 movimento de rolamento a cada 1,2 segundos. Foram monitoradas as variáveis perceptivas (TQR, DMIT, BRAMS), mecânicas (SCM e Sprint 10 e 20 m) e fisiológica (CK) nos momentos pré-jogo, pós-jogo 24 e 48 h. Para comparação das duas situações do estudo (ALM e controle) foi realizado uma análise de variância (ANOVA) de medidas repetidas, com o teste post hoc de Bonferroni com α < 5 % e foi calculado o tamanho do efeito pelo ETA parcial ao quadrado (ɳ𝑝2). Não foi encontrada interações significativas situação x momento entre as duas situações de estudo para as variáveis perceptivas TQR (p = 0,664, ɳ𝑝2 = 0,044), DMIT (p = 0,845, ɳ𝑝2 = 0,19), BRAMS fadiga (p = 0,447, ɳ𝑝2 = 0,073) e BRAMS vigor (p = 0,644, ɳ𝑝2 = 0,048) e para as variáveis mecânicas SCM (p = 0,789, ɳ𝑝2 = 0,026), Sprint 20 m (p = 0,77, ɳ𝑝2 = 0,248) e Sprint 10 m (p = 0,253, ɳ𝑝2 = 0,142). A variável fisiológica CK apresentou interação significativa (p = 0,001, ɳ𝑝2 = 0,543), com maiores valores no momento 24 h para a situação controle. Os resultados encontrados mostraram que uma única sessão de liberação miofascial realizada 24 h após uma partida de futebol não acelerou o processo de recuperação das atletas.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEEFFTO - ESCOLA DE EDUCAÇÃO FISICA, FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências do Esporte

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