A banalidade do mal em Hannah Arendt

dc.creatorNadia Souki Diniz
dc.date.accessioned2019-08-10T05:23:29Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:35:25Z
dc.date.available2019-08-10T05:23:29Z
dc.date.issued1995-07-19
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/VCSA-BENTA2
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectArendt, Hannah, 1906-1975
dc.subjectFilosofia alema Séc XX
dc.subjectFilosofia
dc.subjectFilosofia moderna Séc XX
dc.subject.otherFilosofia
dc.titleA banalidade do mal em Hannah Arendt
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Newton Bignotto de Souza
local.contributor.referee1Francisco Javier Herrero Botin
local.contributor.referee1Hugo Pereira do Amaral
local.description.resumoEsta dissertação é uma investigação sobre a ideia de "banalidade do mal" na obra de Hannah Arendt. Ela procura acompanhar o pensamento político arendtiano, na sua preocupação com o problema do mal em suas sucessivas reformulações ao longo da sua obra. O primeiro momento dá-se a apartir das reflexões da Autora sobre o mal totalitário, que é identificado por ela como uma novidade e, por isso, incapaz de ser compreendido dentro das categorias tradicionais do pensamento ocidental. O segundo momento, que corresponde ao surgimento da idéia de "banalidade do mal", acontece através das reflexões da Autora sobre o julgamento do nazista e criminoso de guerra Adolf Eichmann. O desenvolvimento da reflexão sobre o mal no pensamento arendtiano leva a formulação da idéia de "vazio de pensamento", que remete essa investigação ao tema do pensar em suas implicações éticas e políticas.
local.publisher.initialsUFMG

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