Cinética da recristalização e evolução da textura em aço inoxidável ferrítico 430 estabilizado com nióbio, laminado a frio e submetido a recozimentos isotérmicos

dc.creatorCamila Magalhães Gonçalves
dc.date.accessioned2019-08-13T00:55:49Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:32:21Z
dc.date.available2019-08-13T00:55:49Z
dc.date.issued2015-03-12
dc.description.abstractFerritic stainless steels stabilized with Nb have more refined grains and a recrystallization process more homogeneous than with those steels which are not stabilized. However, in its industrial processing, specifically in hot rolling and annealing, it is usual to have an intermediate annealing treatment before cold rolling stage, in order to obtain a more homogeneous microstructure. Aiming to optimize the stamping and welding properties in steels with Nb, and considering a cost re reduction by eliminating of the intermediary annealing process, a ferritic stainless steel AISI 430 stabilized with Nb was subjected to hot and cold rolling and annealing processing about 80% thickness reduction and an annealing at temperatures of 650ºC, 700ºC, 750ºC and 800ºC, starting from two initial conditions after hot rolling: with and without annealing. The recrystallizing volume fraction was obtained from the softening volume fraction as function of annealing temperature and from Vickers microhardness tests and also via quantitative metallography according to the JMAK model, the recrystallized fraction as a function of annealing time. Texture interpretation was made by scanning electron microscopy and electron back-scattering diffraction (EBSD). The expected results aimed at comparability of direct and indirect measurement of the volume fraction recrystallized methods of ferritic stainless steel. Innovative methods via quantitative metallography and via EBSD, slightly used nowadays, can serve as tools for metallographic analyzes and thus be applied in other cases confidently and quickly.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9WUJPT
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEngenharia metalúrgica
dc.subject.otherLaminação a frio
dc.subject.otherRecristalização
dc.subject.otherAço inoxidável ferrítico
dc.subject.otherDifração de elétrons
dc.titleCinética da recristalização e evolução da textura em aço inoxidável ferrítico 430 estabilizado com nióbio, laminado a frio e submetido a recozimentos isotérmicos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Dagoberto Brandao Santos
local.contributor.referee1Paulo Jose Modenesi
local.contributor.referee1Roberto Braga Figueiredo
local.description.resumoOs aços inoxidáveis ferríticos estabilizados com nióbio apresentam grãos mais refinados e uma recristalização mais homogênea quando comparados aos não estabilizados. Contudo, em seu processamento industrial, mais especificamente na laminação a quente, utiliza-se um recozimento antes da etapa de laminação a frio e um recozimento final, visando a homogeneização da microestrutura de entrada. Objetivando a melhoria das propriedades de estampagem e soldagem em aços com adição de Nb, bem como uma possível redução de custos com a eliminação do recozimento após a laminação a quente, foram realizados testes com o aço inoxidável 430 estabilizado com Nb de forma a acompanhar a evolução de sua microestrutura e textura após ser submetido à laminação a frio com 80% de redução e recozimentos em diferentes temperaturas e tempos, partindo-se de duas condições iniciais após laminação a quente: com recozimento e sem recozimento. A quantificação da recristalização foi feita através da fração amaciada em função do tempo, obtida pela curva de microdureza Vickers e também via metalografia quantitativa de acordo com o modelo de Johnson-Mehl-Avrami-Kolmogorov, JMAK, da fração recristalizada em função do tempo de recozimento. A interpretação da textura foi obtida por exames por microscopia eletrônica de varredura e difração de elétrons retroespalhados (EBSD). A recristalização se inicia em diferentes tempos para cada temperatura. Os resultados mostraram a possibilidade de comparação dos métodos diretos e indiretos de medição da fração volumétrica recristalizada nos aços inoxidáveis ferríticos, já que os valores medidos de fração recristalizada em cada método são similares. Os métodos inovadores via metalografia quantitativa e via EBSD, pouco usados atualmente, podem servir como ferramentas para análises metalográficas e, assim, serem aplicados em outros casos de forma confiante e eficaz.
local.publisher.initialsUFMG

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