Deformidades angulares em muares: diagnóstico e tratamento

dc.creatorBruno Zambelli Loiacono
dc.date.accessioned2019-08-11T06:26:45Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:28:45Z
dc.date.available2019-08-11T06:26:45Z
dc.date.issued2010-11-04
dc.description.abstractThe objective was to diagnose, treat and monitor an outbreak of angular limb deformity (ALD) in a herd of mules. Members were treated according to the deviation. Members with deviation 3 ° were subjected to trimming correction (TC); deviations > 3 ° and 7° were treated with transection and elevation of the periosteum and trimmed (TEP), deviations> 7 ° were subjected to the same measures adopted in the group TEP associated with the trans-physeal staple (GTF). The variations of ALD were evaluated on radiographs obtained 45 days before (T0), at baseline (T1) and 30 (T2) and 60 (T3) after establishment of the treatment. In T1, T2 and T3, were performed routine examination of synovial fluid (SF) and determination of nitrite concentration (Ni). The incidence of ALD (37.1%) was attributed to the trainning protocol established and was less significant than those described in horses. Between T0 and T1 there was no variation of the ALD. In the TEP group, the reduction starting from T2 was similar to those reported in horses, but it occurred in less time and in elder mules. In the GTF group, the ALD reduced only in T3, probably due to the advanced age of the group. In SF was detected a reduced concentration of Ni, although it was within the reference patterns. It is concluded that the exercise protocol resulted in the occurrence of ALD in mules. The treatment in the TEP group, was able to reduce the ALD, despite the age of the mules. The intensity of the ALD was not able to result in changes in SF
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8PLJJH
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPeriósteo
dc.subjectVeterinária
dc.subjectMuar Doenças Diagnóstico
dc.subjectLíquido sinovial
dc.subjectMuar Doenças Tratamento
dc.subject.otherDeformidade angular
dc.subject.otherelevação e transecção de periósteo
dc.subject.othernitrito
dc.subject.othermuar
dc.subject.otherlíquido sinovial
dc.titleDeformidades angulares em muares: diagnóstico e tratamento
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Geraldo Eleno Silveira Alves
local.contributor.referee1Álvaro Mendes Resende
local.contributor.referee1Gilcinea de Cassia Santana
local.description.resumoFoi objetivo diagnosticar, tratar e monitorar um surto de deformidade angular (DA) em um plantel de muares. Os membros foram tratados de acordo com o desvio. Membros com desvio 3° foram casqueados (TC); desvios >3° e 7º foram tratados com transecção e elevação de periósteo e casqueados (TEP); desvio >7° foram submetidos às mesmas medidas adotadas no grupo TEP associadas ao grampo trans-fisário (GTF). A variação da DA avaliada em radiografias obtidas 45 dias antes (T0), no início do tratamento (T1) e com 30 (T2) e 60 (T3) após a sua instituição. Em T1, T2 e T3 realizou-se exame de rotina do líquido sinovial e determinação da sua concentração de nitrito (Ni). A incidência de DA (37,1%) foi atribuída ao protocolo de treinamento instituído e foi menor do que a relatada em equinos. Entre T0 e T1 não houve variação da DA. No grupo TEP a redução a partir de T2 foi semelhante à relatada nos equinos, porém esta ocorreu em menos tempo e em muares mais velhos. No grupo GTF a DA reduziu apenas em T3, provavelmente devido à idade elevada do grupo. No LS foi detectada redução da concentração de Ni, porém dentro dos valores de referência. Conclui-se que o protocolo de exercícios acarretou na ocorrência de DA nos muares. O tratamento instituído no grupo TEP foi capaz de reduzir a DA, apesar da idade dos muares. A intensidade da DA não foi capaz de provocar alterações no LS
local.publisher.initialsUFMG

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