A administração de recursos humanos como conhecimento que constitui uma consciência de classe para o capital
| dc.creator | Deise Luiza da Silva Ferraz | |
| dc.date.accessioned | 2021-12-21T19:12:23Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:23:27Z | |
| dc.date.available | 2021-12-21T19:12:23Z | |
| dc.date.issued | 2016 | |
| dc.identifier.issn | 1983-8166 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/38912 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Revista Brasileira de Administração Política | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Recursos humanos | |
| dc.subject | Administração de pessoal | |
| dc.subject.other | Consciência de Classe | |
| dc.subject.other | Educação | |
| dc.subject.other | Ensino Universitário | |
| dc.subject.other | Gestão de Pessoas | |
| dc.title | A administração de recursos humanos como conhecimento que constitui uma consciência de classe para o capital | |
| dc.type | Artigo de periódico | |
| local.citation.epage | 87 | |
| local.citation.issue | 2 | |
| local.citation.spage | 65 | |
| local.citation.volume | 9 | |
| local.description.resumo | A tese discutida no texto ressalta o momento de especialização da força de trabalho como um dos produtores de grandes obstáculos à constituição da consciência da classe trabalhadora em si e para si, posto que, no processo educacional, o conteúdo sobre a materialidade do ser é a universalização dos interesses de um grupo particular, mas não somente isso. Nesse momento, ocorre, também, a produção da predominância da particularidade-individualidade sobre a generidade, produzindo uma subjetividade individual para a classe trabalhadora que resiste à necessária negação das contradições da relação capital-trabalho, consentido aos anseios da valorização do valor como se houvesse uma captura dessa subjetividade pelos capitalistas, porém o que temos é a produção dessa subjetividade sendo efetuada, em última instância, pelo Estado Burguês, não negando, portanto, sua natureza. Para desenvolver essa tese, o texto demonstrará que um determinado conhecimento científico 1) produz a universalização dos interesses capitalistas particulares enquanto interesses da humanidade; 2) naturaliza a (re)produção do ser social como um conjunto de relações de dependência entre sujeitos mutuamente indiferentes; e, 3) ao ser majoritariamente produzido por meio de financiamentos públicos, ratifica a natureza burguesa do Estado. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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