Três lugares para a crise de legitimidade da ciência

dc.creatorRenan Springer de Freitas
dc.date.accessioned2023-07-15T00:16:21Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:34:43Z
dc.date.available2023-07-15T00:16:21Z
dc.date.issued2021-12-19
dc.description.abstractIn this essay it is argued that there may be three places for science’s “legitimacy crisis”: the celestial world to which the writings of such authors as José Ortega y Gasset, Karl Jaspers, Johan Huizinga and Edmund Husserl lead us, the Dantesque world to which the writings of science philosopher Paul Feyerabend lead us, and the world of earthly reality to which the writings of scientists who react to a situation of open hostility to science lead us. In the latter, the term “crisis” does not express a personal disillusionment with science (as in the case of Ortega y Gasset, Jaspers, and Huizinga), nor the idiosyncrasies of a philosophical system (as in the case of Husserl), nor the dreadful consequences of a well-intentioned libertarian utopia (as in the case of Feyerabend), but a redefinition of the paths to be taken by different scientific disciplines, something that happened only once, in the Germany of the Weimar Republic, strictly speaking, the only place where what could properly be called “crisis of the legitimacy of science” has already existed.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2021.187549
dc.identifier.issn1809-4554
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/56353
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofTempo Social
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCiência
dc.subjectUtopias
dc.subjectCiência - História
dc.subject.otherCrise da ciência
dc.subject.otherUtopia libertária
dc.subject.otherRepública de Weimar
dc.subject.otherHistória da ciência
dc.titleTrês lugares para a crise de legitimidade da ciência
dc.title.alternativeThree places for “science’s legitimacy” crisis
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage69
local.citation.issue3
local.citation.spage47
local.citation.volume33
local.description.resumoNeste ensaio defende-se a tese de que a “crise de legitimidade” da ciência é um fenômeno para o qual podem existir três lugares: o mundo celestial a que nos conduzem os escritos de autores como José Ortega y Gasset, Karl Jaspers, Johan Huizinga e Edmund Husserl; o mundo dantesco a que nos levam os escritos do filósofo da ciência Paul Feyerabend; e o mundo da realidade terrena a que nos conduzem os escritos de cientistas que reagem a uma situação de aberta hostilidade à ciência. Neste último caso, o termo “crise” não exprime uma desilusão pessoal com a ciência (como nos casos de Ortega y Gasset, Jaspers e Huizinga), nem as idiossincrasias de um sistema filosófico (como no caso de Husserl), nem as consequências funestas de uma bem-intencionada utopia libertária (como no caso de Feyerabend), mas uma redefinição dos caminhos a serem tomados por diferentes disciplinas científicas. Isso aconteceu na Alemanha da República de Weimar, a rigor o único lugar em que já existiu o que pode ser apropriadamente chamado de crise de legitimidade da ciência.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6109-6841
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE SOCIOLOGIA
local.publisher.departmentFAFICH - FACULDADE DE FILOSOFIA E CIENCIAS HUMANAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.revistas.usp.br/ts/article/view/187549

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