Modelo para controle da anemia infecciosa equina na região Amazônica

dc.creatorCláudia Fideles Resende
dc.date.accessioned2021-10-14T12:57:26Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:31:44Z
dc.date.available2021-10-14T12:57:26Z
dc.date.issued2021-06-25
dc.description.abstractThe Marajoara and Puruca horses live in the Marajó Island (Pará), originated in the region and adapted to the climatic adversities of the Amazon biome, as well as other introduced and crossbred breeds, many of which are raised in feral conditions. It is estimated that roughly 40% of the equids on the island are seropositive for equine infectious anemia (EIA), caused by the Equine infectious anemia virus (EIAV). Due to absence of effective treatment and vaccines, the control of EIA occurs by breaking the transmission cycle, which occurs horizontally, iatrogenic or by hematophagous insects. There is evidence that foals are more resistant to EIAV infection, even in regions with high vector density, such as the Brazilian Amazon. Therefore, the aims of this study were: (1) to establish an EIA control methodology in a representative property of the Marajó Island, in Soure municipality, through the association of diagnostic tests (AGID and ELISApgp45) and segregation of seropositive equids; and (2) determine the transmissibility of the EIAV to foals borned and maintained with seropositive feral mares until natural weaning. It was observed a significant prevalence decrease of EIA within herd, that reduced from 27.09% to 0.36% at the end of two years of the study, while the foals had a low infection rate, only 7.14% of the group became seropositive in the evaluated period. The results obtained show that it is possible to control the spread of EIA in areas with high prevalence through periodic monitoring and segregation of positives, as well as obtaining negative foals born from positive mares even after weaning under natural conditions in a region with high density of vectors.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/38366
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMedicina veterinária
dc.subjectCiência animal
dc.subject.otherEquino
dc.subject.otherDoenças
dc.subject.otherCiência animal
dc.subject.otherAnemia infecciosa equina
dc.titleModelo para controle da anemia infecciosa equina na região Amazônica
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Romulo Cerqueira Leite
local.contributor.advisor-co1Érica Azevedo Costa
local.contributor.advisor1Jenner Karlisson Pimenta dos Reis
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3641356939660511
local.contributor.referee1Maria Isabel Maldonado Coelho Guedes
local.contributor.referee1João Paulo Amaral Haddad
local.contributor.referee1Cairo Henrique Sousa de Oliveira
local.contributor.referee1Amauri Alcindo Alfieri
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6974394174786623
local.description.resumoNa Ilha de Marajó (Pará), encontram-se os cavalos das raças Marajoara e Puruca, originados na região e adaptados às adversidades climáticas do bioma amazônico, bem como outras raças introduzidas e mestiços, muitos dos quais vivem em condições ferais. Estima-se que aproximadamente 40% dos equídeos da Ilha sejam soropositivos para a anemia infecciosa equina (AIE), provocada pelo Equine infectious anemia virus (EIAV). Com a ausência de tratamento e vacinas eficazes, o controle da doença se dá pela quebra do ciclo de transmissão, que ocorre por via horizontal, através de fômites ou pela picada de insetos hematófagos. Há indícios de que os potros sejam mais resistentes à infecção pelo EIAV, mesmo em regiões com alta densidade de vetores, como na Amazônia Brasileira. Dessa forma, o presente trabalho teve dois objetivos: (1) estabelecer uma metodologia de controle da AIE em uma propriedade representativa da Ilha de Marajó, localizada no município de Soure, através da associação de testes diagnósticos (IDGA e ELISApgp45) e segregação dos soropositivos; e (2) determinar a transmissibilidade do EIAV para potros nascidos e mantidos com éguas ferais soropositivas até o desmame natural. Foi observada uma queda significativa na prevalência da AIE no rebanho, que foi reduzida de 27,09% para 0,36% ao final de dois anos do estudo, enquanto os potros apresentaram baixa taxa de infecção, apenas 7,14% do grupo tornou-se soropositivo no período avaliado. Os resultados obtidos mostram que é possível controlar a disseminação da AIE em áreas de alta prevalência através de monitoramento periódico e segregação dos positivos, assim como obter potros negativos nascidos de éguas positivas mesmo após desmame em condições naturais em uma região com alta densidade de vetores.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9316-3049
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentVET - DEPARTAMENTO DE MEDICINA VETERINÁRIA PREVENTIVA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência Animal

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