Esplintagem de próteses sobre implantes em segmentos posteriores
Carregando...
Data
Autor(es)
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Monografia de especialização
Título alternativo
Implant-supported prosthesis splinting in posterior segments
Primeiro orientador
Membros da banca
João Batista de Magalhães Filho
Ronaldo Raivil Arruda
Ronaldo Raivil Arruda
Resumo
A carga oclusal e sua distribuição são considerados fatores que influenciam no
sucesso e falha dos implantes a longo prazo. A decisão de esplintar ou não
implantes adjacentes com o objetivo de reduzir o estresse e aumentar a área de
resistência sempre foi fonte de controvérsia. Muitos foram e continuam sendo os
investigadores que buscam esclarecer essa questão por meio de vários métodos,
incluindo análises de elementos finitos, análises de modelo fotoelástico e
investigações clínicas. O objetivo do estudo foi revisar a literatura determinar em
quais situações clínicas há indicação para a esplintagem de coroas
implantossuportadas em segmentos posteriores visando à longevidade /
manutenção da osseointegração. A decisão de esplintar ou não a prótese sobre
implante depende do tipo de conexão, do comprimento e diâmetro do implante,
relação coroa/implante e oclusão, passividade protética, das características do
paciente, qualidade óssea e da técnica cirúrgica. Alguns estudos mostram que a
esplintagem entre implantes não apresenta qualquer efeito negativo em sua
longevidade quando o assentamento da estrutura for passivo. No entanto, a não
ferulização das coroas propicia um assentamento passivo mais efetivo e uma
diminuição na complexidade da execução do trabalho protético. Sugere-se que
próteses esplintadas geram distribuições de tensões mais uniformes, mas esses
dados não são estatisticamente significativos. Enfim, não há consenso sobre qual
padrão protético (esplintado ou não) é superior. Este estudo pretendeu, através de
uma revisão de literatura, auxiliar nesse esclarecimento.
Abstract
Occlusal load and its distribution is considered to be one of the principal components
that influences the success and failure on implant-supported restorations over time.
The rationale of splinting in implant dentistry to minimize stress by increasing the
resistance area over which the load is distributed is controversial. Many authors try to
clarify this question through different tests and methods, like, finit element analysis,
fotoelastic models analysis and clinical trails. The objective of this study was to
review the literature to determine in which clinical situations there is indication for
splinting implant-supported prostheses in later segments aiming at their
longevity/maintenance of osseointegration. The decision to splint or not implantsupported prostheses depends on the type of connection, length and diameter of the
implant, as well as crown/implant and the occlusion ratio, passivity, patient
characteristics and the surgical technique. Implants splinted together does not have
any negative effect on their longevity when the nesting structure is passive. Splinted
prostheses generated more uniform strain distributions; however, the strain
distribution data in many articles were not statistically different from what was seen
for the nonsplinted prostheses. Anyway, there is no consensus on which standard
prosthetic (splinting or not) is superior. This study was intended to, exactly, contribute
to this clarification.
Assunto
Implantes dentários, Prótese dentária fixada por implante, Coroa do dente, Osseointegração
Palavras-chave
Implantes dentários, Implantes unitários, Prótese dentária fixada por implantes