Desenvolvimento e avaliação da estabilidade de emulsões alimentícias contendo óleo de pequi

dc.creatorRaíssa Queiroz Andrade
dc.creatorItalo Magno Matos de Freitas
dc.creatorCarla Adriana Ferreira Durães
dc.creatorJanaína Teles de Faria
dc.date.accessioned2022-07-07T23:47:39Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:33:13Z
dc.date.available2022-07-07T23:47:39Z
dc.date.issued2018
dc.identifier.issn0101-9171
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/43053
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofHigiene Alimentar
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCaryocar
dc.subjectPequi
dc.subjectÓleos e gorduras alimentícias
dc.subject.otherSistema coloidal
dc.subject.otherCaryocar brasiliense
dc.subject.otherRedução de óleo
dc.subject.otherSubstituto de gordura
dc.titleDesenvolvimento e avaliação da estabilidade de emulsões alimentícias contendo óleo de pequi
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage132
local.citation.issue284/285
local.citation.spage128
local.citation.volume32
local.description.resumoDiversos alimentos são sistemas emulsionados, como a maionese, uma emulsão óleo em água que apresenta 70 a 80% de óleo. Devido à busca crescente do mercado consumidor por produtos mais saudáveis e nutritivos, diversos estudos têm sido realizados com o intuito de substituir e/ou reduzir o teor de alguns ingredientes na formulação de alimentos, em especial a gordura. Diante disso, o objetivo do presente estudo foi desenvolver e avaliar a estabilidade de emulsões tipo maionese contendo óleo de pequi (Caryocar brasiliense), fruto nativo do Cerrado rico em carotenóides, com diferentes concentrações de óleo (65, 45 e 25% m/m). Para as duas formulações com menor teor de óleo foram adicionados, separadamente, agentes espessantes (gomas guar ou xantana). As emulsões obtidas foram avaliadas em termos de sua microestrutura, pH, cor e estabilidade após 5 dias de armazenamento sob refrigeração ou à temperatura ambiente. Verificou-se que as emulsões obtidas apresentaram gotículas de óleo esféricas. Maior número de gotas foi observado na formulação com maior teor de óleo e maior polidispersidade foi percebida nas formulações com menor o teor de óleo. As emulsões apresentaram pH levemente ácido (4,14 a 4,22), sem diferença significativa entre as formulações. As formulações com goma e teor reduzido de óleo apresentaram maior luminosidade (L*) do que a formulação com 65% de óleo de pequi e sem goma. Resultado contrário foi observado para o parâmetro de cor a* (tonalidade de vermelho), o qual foi maior quanto maior o teor de óleo de pequi na formulação. Nenhuma diferença foi observada quanto o parâmetro b*. Não foram observadas alterações visuais nas formulações armazenadas à temperatura ambiente ou sob refrigeração por 5 dias, indicando a estabilidade das emulsões no período e condições avaliadas, exceto para emulsão com menor teor de óleo e presença de goma guar, que apresentou separação de fases após armazenamento à temperatura ambiente.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/biblio-964418

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