Leveduras fermentadoras de pentoses e produtoras de xilanases e celulases associadas ao bagaço de cana-de-açúcar em decomposição

dc.creatorRenata de Oliveira Santos
dc.date.accessioned2019-08-14T03:55:27Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:22:59Z
dc.date.available2019-08-14T03:55:27Z
dc.date.issued2010-02-24
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ICBD-8EXP34
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMicrobiologia
dc.subjectPentoses
dc.subjectBagaço de cana
dc.subjectLeveduras (Fungos)
dc.subjectFermentação
dc.subject.otherLeveduras fermentadoras de pentoses e produtoras de xinalases
dc.titleLeveduras fermentadoras de pentoses e produtoras de xilanases e celulases associadas ao bagaço de cana-de-açúcar em decomposição
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Fatima de Cassia Oliveira Gomes
local.contributor.advisor1Carlos Augusto Rosa
local.contributor.referee1Fatima de Cassia Oliveira Gomes
local.contributor.referee1Fernanda Badotti
local.contributor.referee1Luciano Gomes Fietto
local.description.resumoAs fontes de carbono não-renováveis utilizadas predominantemente no transporte, são esgotáveis e geram riscos ambientais que precisam ser revistos. Neste contexto, o bioetanol surge como solução alternativa a essa questão, sendo sua utilização crescente no mundo desde as últimas décadas. Entretanto, o aumento da demanda do bietanol requer desenvolvimento de estratégias que viabilizem o consumo deste produto, como a geração de etanol lignocelulósico. Este trabalho tem como objetivo isolar, identificar e caracterizar leveduras produtoras de enzimas extracelulares e capazes de fermentar D-xilose, L-arabinose e/ou D-celobiose para o possível uso desses microrganismos em processos de obtenção de etanol lignocelulósico. Meios diferenciais foram utilizados para o isolamento das leveduras, como meio a base de carboximetilcelulose, xilana, D-xilose e L-arabinose. Seiscentos e dezenove leveduras foram isoladas a partir de 95 amostras de bagaço de cana de açúcar em decomposição. O método do tubo de Durham foi utilizado como teste presuntivo para a seleção das linhagens fermentadoras, somente três isolados foram capazes de fermentar D-xilose. As linhagens foram identificadas como Pichia stipitis, Kluyveromyces marxianus e Candida tropicalis. Sessenta isolados obtidos em meio a base de carboximetilcelulose fermentaram D-celobiose. As leveduras fermentadoras de celobiose foram identificadas como pertencentes aos gêneros Candida, Pichia, Trichosporon, Kluyveromyces e Lachancea. Nenhum isolado foi capaz de fermentar L-arabinose. Vinte e duas leveduras foram positivas para o teste de produção de carboximetilcelulase e 38 isolados foram capazes de produzir xilanases. A maioria dos isolados produtores das exoenzimas foram descritos como pertencentes ao gênero Trichosporon e Cryptococcus. As leveduras descritas como fermentadoras de D-xilose foram submetidas ao teste de fermentação em escala de bancada e adaptação em hidrolisado hemicelulósico de bagaço de cana. A levedura Pichia stipitis HB26 a foi mais eficiente em consumir toda a xilose no teste de fermentação, com produção de etanol. No teste de adaptação ao hidrolisado, a levedura Candida tropicalis HB61 d apresentou melhor resultado em relação à eficiência de consumo das pentoses, com produção de etanol. Os resultados desse trabalho mostram o potencial biotecnológico de leveduras isoladas a partir de bagaço de cana nas etapas de produção de etanol a partir da biomassa lignocelulósica.
local.publisher.initialsUFMG

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