Estudo de precisão e validade do fator reação vivencial do Psicodiagnóstico Miocinétco - PMK

dc.creatorMarcela Darley Mariano
dc.date.accessioned2022-11-09T20:47:27Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:08:34Z
dc.date.available2022-11-09T20:47:27Z
dc.date.issued2017-02-06
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/47099
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPsicologia - Teses
dc.subjectTeste miocinético - Teses.
dc.subjectTeste psicológicos - Teses
dc.subject.otherPsicodiagnóstico Miocinético
dc.subject.otherAto motor
dc.subject.otherPersonalidade
dc.subject.otherPrecisão
dc.subject.otherValidade
dc.titleEstudo de precisão e validade do fator reação vivencial do Psicodiagnóstico Miocinétco - PMK
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Carmen Elvira Flores-Mendoza
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8739465750938224
local.contributor.referee1Delba Teixeira Rodrigues Barros
local.contributor.referee1Marcelo Augusto Resende
local.contributor.referee1Irai Cristina Boccato Alves
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0544427202324632
local.description.resumoO teste Psicodiagnóstico Miocinético - PMK consiste em uma técnica gráfica de expressão motora destinada à avaliação da personalidade. Suas propriedades psicométricas tem sido objeto de diversas análises com resultados contraditórios. Diante dessa realidade, o objetivo do presente estudo foi adicionar informação relativa a evidências de validade e precisão do teste PMK. Para tanto, foram realizados dois estudos. O estudo 1 verificou a consistência interna, a estabilidade temporal e a validade convergente/discriminante do fator Reação Vivencial do PMK. A amostra foi composta por 100 indivíduos com idades entre 18 e 60 anos selecionados aleatoriamente de um banco de dados de outro estudo, ao qual se teve acesso aos dados do PMK e do Teste Palográfico. Em 2015 convidou-se 60 participantes dessa amostra para realizarem novamente o PMK (intervalo médio de dois anos) e a escala de personalidade NEO-PI-R. Em relação aos resultados de precisão, encontrou-se índice adequado de consistência interna (α=0,70) para ambas as mãos. O teste-reteste mostrou associações estatisticamente significativas e de magnitudes fracas a moderadas (r=0,27 a 0,47, p<0,05) em 67% das medidas do fator, percentual estatisticamente significativo. Quanto aos resultados de validade foram verificadas apenas quatro associações positivas significativas de magnitudes fracas entre a dimensão de Reação Vivencial do PMK e medidas de Extroversão do NEO-PI R, referentes ao DSS das Paralelas Egocípetas da mão esquerda com as facetas Gregarismo (r=0,20) e Busca de Sensações (r=0,26), e à faceta Assertividade com o DPH dos Lineogramas (r=0,23) e DSS dos Lineogramas (r=0,33), ambos da mão direita. Não se encontrou associação estatisticamente significativa entre Reação Vivencial do PMK e o teste Palográfico. O estudo 2 investigou evidências de validade do PMK em relação ao critério externo de psicopatologia. A amostra foi composta por 10 sujeitos diagnosticados com psicopatologia por profissional da psiquiatria. A idade média dos participantes foi de 31,9 anos (DP=10,07). Três juízes avaliaram os protocolos de PMK da amostra clínica misturados a outros 10 protocolos não-clínicos (retirados do estudo 1), classificando-os em psicopatológicos ou não, utilizando duas estratégias de avaliação: com base ao conhecimento geral em PMK e com base na análise de indicadores de psicopatologia no teste descritos no manual. Em geral, os resultados mostraram certo grau de discriminação dos casos pelos juízes, e maior presença de indicadores de psicopatologia no grupo clínico. Algumas diferenças significativas de médias de traçados do PMK foram verificadas entre grupo clínico e não-clínico. Conclui-se que o teste PMK apresenta indícios favoráveis de precisão. Sua validade parece estar mais bem definida para casos de psicopatologia do que para a variação normal da personalidade. Entretanto, limitações de amostra acompanharam o presente estudo, razão pela qual se sugere prudência na interpretação dos resultados.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia

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