possibilidades de práticas significativas de linguagem escrita na educação infantil

dc.creatorAngela Maria de Oliveira Gomes
dc.date.accessioned2019-08-13T20:47:10Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:38:52Z
dc.date.available2019-08-13T20:47:10Z
dc.date.issued2015-05-09
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-AEGPDR
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectProfessores de ensino fundamental Formação
dc.subjectEducação de crianças
dc.subjectEscrita (ensino de primeiro grau) estudo e ensino 
dc.subject.otherEducação Infantil
dc.subject.otherAlfabetização
dc.subject.otherletramento
dc.subject.otherLinguagem escrita
dc.titlepossibilidades de práticas significativas de linguagem escrita na educação infantil
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Maria Carolina da Silva
local.contributor.referee1Livia Maria Fraga Vieira
local.description.resumoA aquisição da linguagem escrita na educação infantil é um tema bastante discutido e que gera controvérsias dependendo das concepções que norteiam as práticas dos profissionais que trabalham nessa etapa da educação. Partindo do princípio de que essa discussão é fundamental para a promoção do direito da criança de aprender e de se inserir em práticas sociais da cultura escrita, este trabalho tem como objetivo analisar as práticas que envolvem a linguagem escrita nas turmas de quatro e cinco anos da UMEI Juliana. Buscou-se conhecer as concepções de alfabetização e de letramento das professoras identificando se suas práticas estão em consonância com os documentos oficiais para a educação infantil. Optei por entrevista como instrumento de pesquisa para conhecer as concepções que norteiam as práticas e as atividades desenvolvidas pelas professoras referências das turmas citadas. Foi feita uma leitura documental do texto das Diretrizes Curriculares Nacionais Para a Educação Infantil, das Proposições Curriculares Para a Educação Infantil de Belo Horizonte e do Projeto Político Pedagógico da instituição pesquisada. O referencial teórico utilizado foram as contribuições de Emília Ferreiro e Ana Teberosky que reiteram o direito da criança em participar de práticas de leitura e escrita, bem como a necessidade de conceber que a criança pensa sobre a escrita. Para conceituar alfabetização e letramento, foram utilizados os estudos de Magda Soares. O plano de ação buscou desenvolver práticas de linguagem escrita em contextos significativos e reais para as crianças respeitando os direitos de elas viverem a infância sem pressões a uma alfabetização precoce. A partir da análise do trabalho desenvolvido na UMEI Juliana, evidenciou-se uma busca pela qualidade da educação ofertada às crianças.
local.publisher.initialsUFMG

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