Choroid plexus cauterization on treatment of hydranencephaly and maximal hydrocephalus

dc.creatorHugo Abi-Saber Pedrosa
dc.creatorSandro Lemos
dc.creatorCarolli Vieira
dc.creatorLeandro Custódio do Amaral
dc.creatorJosé Augusto Malheiros
dc.creatorMarcelo Magaldi Oliveira
dc.creatorRenato Santiago Gomez
dc.creatorAlexandre Varella Giannetti
dc.date.accessioned2022-08-19T17:29:05Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:53:14Z
dc.date.available2022-08-19T17:29:05Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractIntrodução O tratamento padrão para hidranencefalia e hidrocefalia máxima consiste na inserção de shunts, embora as complicações ocorram com frequência. A cauterização do plexo coróide (CPC) é uma alternativa, mas sua eficácia a longo prazo e os fatores associados ao sucesso e insucesso do controle do perímetro cefálico (CP) não estão bem definidos. Objetivo Este estudo tem como objetivo avaliar a eficácia a longo prazo e os fatores relacionados à taxa de sucesso do CPC no tratamento da hidranencefalia e hidrocefalia máxima. Método Quarenta e duas crianças com hidrocefalia máxima e hidranencefalia foram submetidas a CPC de 2006 a 2014 e foram avaliadas retrospectivamente. Foram excluídas as crianças com menos de 3 meses de seguimento. A eficácia a longo prazo e a taxa de sucesso de possíveis variáveis ​​(ou seja, sexo, tipo de malformação, tipo de cirurgia realizada, hospital de tratamento, idade e HC no momento da cirurgia e nascimento) foram avaliadas. Resultados Trinta e quatro crianças foram consideradas para a análise de efetividade. O tratamento foi bem sucedido em 24 crianças (70,6%), e o insucesso ocorreu em 10 crianças (29,4%). A falha foi detectada logo após o procedimento endoscópico (média de 116 dias). Não houve diferença na eficácia ao comparar a idade no momento da cirurgia (p = 0,473), tipo de malformação (p = 1), PC ao nascimento (0,699) e PC no momento da cirurgia (p = 0,648). A taxa de mortalidade cirúrgica foi de 7,14%. Conclusão A CPC endoscópica foi um procedimento válido para tratamento de hidranencefalia e hidrocefalia máxima, sendo eficaz em 70,6% dos casos, com seguimento médio de 32 meses. Quando as falhas ocorreram, elas ocorreram cedo. Nenhuma das variáveis ​​analisadas interferiu no sucesso do tratamento.
dc.identifier.doi10.1007/s00381-017-3470-6
dc.identifier.issn0256-7040
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/44410
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofChilds Nervous System
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subjectHidranencefalia
dc.subjectHidrocefalia
dc.subjectPlexo Coróide
dc.titleChoroid plexus cauterization on treatment of hydranencephaly and maximal hydrocephalus
dc.title.alternativeCauterização do plexo coróide no tratamento da hidranencefalia e hidrocefalia máxima
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage1516
local.citation.issue9
local.citation.spage1509
local.citation.volume33
local.description.resumoIntroduction The standard treatment for hydranencephaly and maximal hydrocephalus consists of inserting shunts, although complications frequently occur. Choroid plexus cauterization (CPC) is an alternative, but its long-term efficacy and the factors associated with the success and failure of controlling head circumference (HC) are not well defined. Objective This study aims to evaluate the long-term efficacy and factors related to the success rate of CPC in the treatment of hydranencephaly and maximal hydrocephalus. Method Forty-two children with maximal hydrocephalus and hydranencephaly underwent CPC from 2006 to 2014 and were retrospectively evaluated. Children with less than 3 months of follow-up were excluded. The long-term efficacy and success rate of possible variables (i.e., sex, type of malformation, type of surgery performed, treatment hospital, age, and HC at the time of surgery and birth) were evaluated. Results Thirty-four children were considered for the effectiveness analysis. Treatment was successful in 24 children (70.6%), and failure occurred in 10 children (29.4%). Failure was detected soon after the endoscopic procedure (average 116 days). There was no difference in effectiveness when comparing the age at the moment of surgery (p = 0.473), type of malformation (p = 1), HC at birth (0.699), and HC at the time of surgery (p = 0.648). The surgical death rate was 7.14%. Conclusion Endoscopic CPC was a valid procedure used to treat hydranencephaly and maximal hydrocephaly, and it was effective in 70.6% of cases, with an average follow-up period of 32 months. When failures occurred, they occurred early. None of the analyzed variables interfered with the success of the treatment.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE CIRURGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://link.springer.com/article/10.1007/s00381-017-3470-6

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