L’horreur cosmique et l'extériorité radical, quelques remarquessur Lovecraft à partir d’une lecture del’œuvre H. P. Lovecraft: la disyunciónen el ser
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Artigo de periódico
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Cosmic horror and the radical exterioty, some observations about Lovecraft from reading the work H.P.Lovecraft: la disyunción en el ser
Horror cósmico e exterioridade radical, algumas observações sobre Lovecraft a partir da leitura da obra H. P. Lovecraft: la disyunción en el ser
Horror cósmico e exterioridade radical, algumas observações sobre Lovecraft a partir da leitura da obra H. P. Lovecraft: la disyunción en el ser
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Resumo
Ce texte prêtent rend compte de la notion d’ontologie élaborée à partir de la lecture de l’œuvre de H. P. Lovecraft par Fabián Ludueña Romandini. Le philosophe argentin prend le texte lovecraftien en tant que le développement d’une ontologie, dont l’aspect fictionnel est entendu comme la procédure spéculative qui produit une cosmologie et une mythologie. Cette ontologie parle de ce qui est hors de tout mode d’existence et donc de ce qu’on appellerait d’extériorité radicale, de laquelle on ne peut connaitre que ce qu’on représente fictionnellement à partir des rêves, des transes mystiques ou des délires et hallucinations. Dans ce sens, l’extériorité radicale présuppose une ontologie sans catégories possibles. Une autre lecture de l’œuvre lovecraftienne est possible cependant : l’extériorité radicale n’est qu’autre dénomination de la différence incarnée dans le primitif, dont la représentation n’est que l’incorporel, ou le corp non individualisé, déformé de l’immigrant qu’incarne, pour HPL, la dégénération biologique et sociale.
Abstract
Este texto dá conta da noção de ontologia desenvolvida a partir da leitura da obra de H. P. Lovecraft de Fabián Ludueña Romandini. O filósofo argentino toma o texto lovecraftiano como o desenvolvimento de uma ontologia, cujo aspecto ficcional é entendido como o procedimento especulativo que produz uma cosmologia e uma mitologia. Essa ontologia fala do que está fora de qualquer modo de existência, isto é, fala, portanto, do que denominamos de exterioridade radical, da qual só podemos saber o que representamos ficcionalmente. Nesse sentido, a exterioridade radical pressupõe uma ontologia sem categorias possíveis. Outra leitura da obra de Lovecraft é possível, porém: a exterioridade radical é apenas outra denominação da diferença encarnada no primitivo, cuja representação é apenas o incorpóreo, ou o corpo não individualizado, deformado do imigrante encarnado, para HPL, no corpo biológico e na degeneração social.
Assunto
Filosofia Ontologia, Cosmologia antiga
Palavras-chave
Lovecraft, Radical exteriority, Romandini, Cosmolo
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https://periodicos.unespar.edu.br/revistacientifica/article/view/7610/5492