A relação sociedade civil e politicas públicas no âmbito das associações de moradores

dc.creatorMaria Aparecida Iargas Karas
dc.date.accessioned2025-04-08T19:37:42Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:35:19Z
dc.date.available2025-04-08T19:37:42Z
dc.date.issued2010-09-16
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/81392
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectOrganizações não governamentais
dc.subjectPolíticas públicas
dc.subjectMovimentos sociais
dc.subject.otherONGs
dc.subject.otherPolíticas públicas
dc.subject.otherSociedade
dc.subject.otherAssociativismo
dc.titleA relação sociedade civil e politicas públicas no âmbito das associações de moradores
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Teresa Cristina Vale
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1318728385866198
local.description.resumoO movimento social sendo fruto de determinados contextos históricos e sociais, pode ser definido a partir de duas acepções conceituais clássicas. A primeira delas é a de controle de ação histórica de Alain Touraine, ou seja, para ele, os movimentos sociais são a ação conflitante dos agentes das classes sociais (luta de classes). Já para Manuel Castells, movimentos sociais são sistemas de práticas sociais contraditórias de acordo com a ordem social urbana/rural, cuja natureza é a de transformar a estrutura do sistema, seja através de ações revolucionárias ou não, numa correlação classista e em última instância, o poder estatal. A sociedade civil é a representação de vários níveis de como os interesses e os valores da cidadania se organizam em cada sociedade para encaminhamento de suas ações em prol de políticas sociais e públicas, protestos sociais, manifestações simbólicas e pressões políticas. Num primeiro nível, encontramos o associativismo local, como as associações civis, os movimentos comunitários e sujeitos sociais envolvidos com causas sociais ou culturais do cotidiano, ou voltados a essas bases, como são algumas Organizações Não-Governamentais (ONGs), o terceiro setor. Para citar apenas alguns exemplos dessas organizações localizadas: núcleos dos movimentos de sem-terra, sem teto, empreendimentos solidários, associações de bairro, etc. As organizações locais também vêm buscando se organizar nacionalmente e, na medida do possível, participar de redes transnacionais de movimentos (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, Movimento Indígena, Movimento Negro, etc.), ou através de articulações interorganizacionais. Observa-se que as mobilizações na esfera pública são fruto da articulação de atores dos movimentos sociais localizados, das ONGs, dos fóruns e redes de redes, mas buscam transcendê-los por meio de grandes manifestações na praça pública, incluindo a participação de simpatizantes, com a finalidade de produzir visibilidade através da mídia e efeitos simbólicos para os próprios manifestantes (no sentido político-pedagógico) e para a sociedade em geral, como uma forma de pressão política das mais expressivas no espaço público contemporâneo. Analisando este contexto este trabalho visa abordar as questões relativas a participação comunitária na formação e tomada de decisões das associações de moradores.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Democracia Participativa, República e Movimentos Sociais

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