Variação e mudança em nomes de jogadores da Seleção Brasileira

dc.creatorVinícius Pereira de Souza Cruz
dc.creatorEduardo Tadeu Roque Amaral
dc.date.accessioned2023-01-20T19:35:41Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:31:23Z
dc.date.available2023-01-20T19:35:41Z
dc.date.issued2020-12-18
dc.description.abstractThis paper presents an analysis of official and unofficial anthroponyms of soccer players from the Brazilian National team from 1958 to 2018. The theoretical framework is based on onomastic studies, such as Amaral (2011), Amaral e Seide (2020), Bajo Pérez (2002), Becker (2012), Fernández Leborans (1999), Urrutia and Sánchez (2009), Van Langendonck (2007), Fernández Leborans (1999) as well as on analyzes about the Brazilian soccer such as Rodrigues (2010) and Caetano and Rodrigues (2009). The data analyzed are the names from the lists of players selected in that period to compete in the World Cup. These names are classified in order to observe the variation and the change over time. The results indicate a predominance of official names in almost every year, as well as a greater contemporary trend towards more formal variants of names.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.48075/odal.v0i0.25720
dc.identifier.issn2675-2719
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/49046
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofOnomástica desde América Latina
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFutebol - Brasil
dc.subjectJogadores de futebol
dc.subjectOnomástica
dc.subjectNomes pessoais
dc.subject.otherSeleção Brasileira
dc.subject.otherJogadores de futebol
dc.subject.otherAntropônimos
dc.titleVariação e mudança em nomes de jogadores da Seleção Brasileira
dc.title.alternativeVariation and changes in soccer players’ names of Brazilian National soccer team
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage118
local.citation.issue3
local.citation.spage101
local.citation.volume2
local.description.resumoEste artigo apresenta uma análise de antropônimos oficiais e não oficiais de jogadores da Seleção Brasileira do período compreendido entre 1958 e 2018. O marco teórico se apoia tanto em estudos de Onomástica, como Amaral (2011), Amaral e Seide (2020), Bajo Pérez (2002), Becker (2018), Fernández Leborans (1999), Urrutia e Sánchez (2009), Van Langendonck (2007), quanto em estudos sobre o futebol brasileiro, como Rodrigues (2010) e Caetano e Rodrigues (2009). Os dados analisados são os nomes das listas de jogadores convocados nesse período para os jogos mundiais. Esses nomes são classificados com o objetivo de observar a variação e a mudança ao longo do tempo. Os resultados indicam um predomínio de nomes oficiais em quase todos os anos, bem como uma maior tendência contemporânea às variantes mais formais dos nomes.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6144-018X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9416-3676
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG

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