Modeling of the potential distribution of Eichhornia crassipes on a global scale: risks and threats to water ecosystems

dc.creatorPedro Fialho Cordeiro
dc.creatorFernando Figueiredo Goulart
dc.creatorDiego Rodrigues Macedo
dc.creatorMônica de Cássia Souza Campos
dc.creatorSamuel Rodrigues de Castro
dc.date.accessioned2024-08-22T21:29:06Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:30:38Z
dc.date.available2024-08-22T21:29:06Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractO aguapé é listado entre as 100 piores plantas invasoras, além de ter sido classificado como a 11ª pior espécie invasora da Europa dado seu impacto na biodiversidade aquática e utilização de recursos hídricos pelas populações humanas. Prever a distribuição é o primeiro passo para entender a adequabilidade do nicho e prever o impacto da invasão pela espécie. Nesta pesquisa, um modelo de distribuição potencial do aguapé foi elaborado para avaliar o risco global de invasão, por meio da sobreposição deste modelo a áreas de biodiversidade e consumo de água. O algoritmo MaxEnt - Maximum Entropy foi utilizado na construção do modelo e incluiu cinco camadas bioclimáticas e uma de áreas urbanizadas. A camada de áreas urbanas foi a que mais contribuiu individualmente para o modelo e destacou a importância das cidades como fonte ou mecanismo de dispersão do aguapé. Os hotspots globais de biodiversidade estão predominantemente situados em regiões de alta adequabilidade para a espécie. Os sítios de Ramsar e as unidades de conservação globais estão em um nível de risco mais baixo do que os hotspots. No entanto, cenários futuros de mudanças climáticas e o crescimento urbano podem colocar essas áreas em maior risco de invasão. Ameaças provocadas pelo aguapé são possivelmente mais agudas nas regiões que sofrem com a seca crônica. Os resultados sugerem que modelos de distribuição potencial que não incluem variáveis antrópicas podem estar significativamente subestimando a distribuição potencial de espécies invasoras. Além disso, a plasticidade ecológica dessa espécie e sua associação com centros urbanos aumentam a preocupação com os impactos do aguapé na biodiversidade e sobre os recursos hídricos.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.4136/ambi-agua.2421
dc.identifier.issn1980-993X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/74777
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Ambiente & Água
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAguapé
dc.subjectEspécies introduzidas
dc.subjectFitogeografia
dc.subject.otherInvasive species
dc.subject.otherSpecies distribution modeling
dc.subject.otherWater hyacinth
dc.titleModeling of the potential distribution of Eichhornia crassipes on a global scale: risks and threats to water ecosystems
dc.title.alternativeModelagem de distribuição potencial da Eichhornia crassipes em escala global: riscos e ameaças para os ecossistemas aquáticos
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue2
local.citation.volume15
local.description.resumoThe water hyacinth (Eichhornia crassipes) is listed among the 100 worst invasive plants and was ranked as the 11th worst invasive species in Europe, being a threat to aquatic biodiversity and water-provision. Predicting species distribution is the first step to understanding niche suitability, forecasting the invasion impact and building resilience against this species. In this study, we used a potential distribution model to assess the global risk of water hyacinth invasion by overlapping maps of highly suitable areas for water hyacinth occurrence and areas of biological importance and water scarcity. The MaxEnt - Maximum Entropy algorithm was used in the construction of the model and included five global bioclimatic layers and one of urbanized areas. Among the variables used, occurrence is mainly explained by urban areas, highlighting the importance of cities as a source or dispersion mechanism of the water hyacinth. Global biodiversity hotspots are predominantly situated in high suitability regions for the species. Ramsar sites and global protected areas are at a lower risk level compared to hotspots; however, future climate change and urban growth scenarios could put these areas at higher risk for invasion. Threats posed by the water hyacinth are possibly more acute in regions suffering from current or chronic drought. The results suggest that niche models that do not consider anthropic variables may be underestimating potential distribution of invasive species. Furthermore, the ecological plasticity of the water hyacinth and its close association with cities increase the concern about the impact of this species on the environment and on water security.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8197-7988
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6327-5285
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-1178-4969
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-5754-7697
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4053-7040
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentIGC - INSTITUTO DE GEOCIENCIAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/ambiagua/a/5b7kwyZbMKz975S96XWsB7s/?lang=en#

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