Por que rejeitar o reducionismo em ética?: falacia naturalista e superveniencia moral na obra de G. E. Moore

dc.creatorFernando da Costa Cardoso
dc.date.accessioned2019-08-14T14:21:58Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:19:23Z
dc.date.available2019-08-14T14:21:58Z
dc.date.issued2007-12-17
dc.description.abstractThis dissertation aims, in the metaethical level, to investigate the question of the naturalization of Ethics in the work of G. E. Moore (1873-1958). Moore has developed an argument aimed to testthe truth of an naturalized ethics. His anwser, at his first book, Principia Ethica (1903), was negative because he sustained that every attempt to naturalize ethics implies in a mistake, the naturalistic fallacy, a fallacy which existence could be proved by the experiment of the openquestion argument. In answer to this, Moore developed and defended a non-naturalistic position in the ethical field. The difficults involved in this non-naturalistic conception of ethics nevertheless led him to review his initial position and to develop what could be view as a discovery : the supervenient character of the ethical properties over the natural properties. This is the path that the dissertation pretends to follow.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ARBZ-7X4DPB
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMoore, G E George Edward), 873-1958Principia ethica
dc.subjectFilosofia
dc.subjectÉtica
dc.subject.otherFalácia naturalista
dc.subject.otherMoore
dc.subject.otherÉtica
dc.subject.otherMoral
dc.titlePor que rejeitar o reducionismo em ética?: falacia naturalista e superveniencia moral na obra de G. E. Moore
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Livia Mara Guimaraes
local.contributor.referee1Ernesto Perini Frizzera da Mota Santos
local.contributor.referee1Maria Clara Dias
local.description.resumoA presente dissertacao aborda, no plano metaetico, a questao da naturalizacao da etica a partir dos trabalhos de G. E. Moore (1873 1958). Moore desenvolveu uma argumentacao visando testar a validade de uma etica naturalizada. Sua resposta inicial apresentada no livro Principia Ethica (1903), negativa, passa pela constatacao de que todas as tentativas nesse sentido acarretam um erro fundamental, a saber, a falácia naturalista, falacia essa que seria confirmada pelo experimento do argumento da questão aberta. Dessa posicao inicial, nosso autor passou a defesa de uma posicao nao-naturalista no campo da etica. No entanto, as dificuldades em torno dessa posicao levaram-no a uma reavaliacao de suas posicoes iniciais e ao que pode ser considerado uma descoberta: o carater superveniente das propriedades morais frente as propriedades naturais. E esse percurso que procuramos percorrer e compreender na dissertacao.
local.publisher.initialsUFMG

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