Território e população: entre a governamentalidade e a resistência

dc.creatorJúnia Maria Ferrari de Lima
dc.date.accessioned2021-08-03T19:38:02Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:29:56Z
dc.date.available2021-08-03T19:38:02Z
dc.date.issued2019
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn23586662
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/37215
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofGavagai: revista interdisciplinar de humanidades
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectUrbanismo
dc.subject.otherGovernamentalidade
dc.subject.otherUrbanismo
dc.subject.otherResistência
dc.subject.otherPoder
dc.titleTerritório e população: entre a governamentalidade e a resistência
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage28
local.citation.spage9
local.citation.volume5
local.description.resumoA governamentalidade, segundo Foucault, é uma razão de Estado que têm a população como objeto, a economia política como principal saber e os dispositivos como instrumentos estratégicos de poder para garantir o controle dessa população no sentido de produzir a melhor economia. Se entendemos dispositivo como um conjunto de elementos discursivos e não discursivos que cumprem funções estratégicas para uma determinada governamentalidade, é possível ver muitas aproximações com o urbanismo, aqui compreendido como um conjunto de saberes discursivos e não discursivos que determina ações de controle e ordenamento da população no território - onde se trabalha, reside, circula, consome etc., a fim de garantir a melhor economia. Por outro lado, essa mesma cidade urbanisticamente determinada também abriga territórios com populações comprometidas corporalmente em potentes ações de resistência, ou seja, em lutas que estão para além de meras reações à governamentalidade, e que expressam o poder em seu caráter operatório e positivo. Partindo dessas premissas, o que se pretende discutir neste ensaio, tendo como referencia algumas práticas urbanísticas no território, são esses diferentes mecanismos de atuação do poder seja como força disciplinadora e normalizadora biopolítica em busca de garantir a governamentalidade, seja a partir de potentes linhas de força no sentido da recusa em ser governado ou conduzido.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - DEPARTAMENTO DE PROJETOS
local.publisher.departmentARQ - DEPARTAMENTO DE URBANISMO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://https://periodicos.uffs.edu.br/index.php/GAVAGAI/issue/view/102

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