Metodologias analíticas para determinação de plumbagina em amostras de folhas e conteúdo ruminal para o diagnóstico das intoxicações por Plumbago scandens

dc.creatorCarlos José Rocha Teixeira
dc.date.accessioned2024-01-03T10:41:36Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:27:21Z
dc.date.available2024-01-03T10:41:36Z
dc.date.issued2023-08-30
dc.description.abstractPlumbago scandens is a plant belonging to the Plumbaginaceae family, occurring in all regions of Brazil. It has been described as toxic to cattle and goats. Intoxication is characterized by caustic lesions in the upper digestive tract. P. scandens contains a naphthoquinone named plumbagin, which presents high cytotoxic activity. The objective of this work was to develop analytical methodologies for determining the levels of plumbagin in samples of leaves, steams, and rumen content, to be used as an auxiliary chemical marker in the laboratory diagnosis of intoxication. A methodology was developed using thin layer chromatography (TLC) and another using high performance liquid chromatography (HPLC). The presence of U. brizantha, M. maximum, corn silage and ruminal content did not interfere with plumbagin in any of the two methodologies. The TLC methodology generates qualitative results but is simple to implement and has a low cost. The HPLC methodology developed in this study showed excellent precision and sensitivity, where limit of detection was 0.01 μg/mL and limit of quantification was 0.05 μg/mL. Leaf and steam samples of P. scandens evaluated showed high levels of plumbagin (0.261±0.087% and 0.327±0.055%, respectively), while leaves of Plumbago auriculata (a widely used ornamental plant) did not show detectable levels of the toxin and some steam samples showed low levels (up to 0.000114%). Thus, these methodologies can be used to confirm or rule out the consumption of P. scandens in cases of animals suspected of poisoning.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/62394
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subject.otherRuminantes
dc.subject.otherCromatografia
dc.subject.otherVeterinária
dc.titleMetodologias analíticas para determinação de plumbagina em amostras de folhas e conteúdo ruminal para o diagnóstico das intoxicações por Plumbago scandens
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Benito Soto-Blanco
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5009042939501223
local.contributor.referee1Rodrigo Melo Meneses
local.contributor.referee1Heloísa de Paula Pedroza
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3154976801819824
local.description.resumoPlumbago scandens, popularmente conhecida como louco, caataia, caapomonga, e erva-do-diabo, é uma planta pertencente à família Plumbaginaceae, ocorrendo em todas as regiões do Brasil. Foi descrita como tóxica para bovinos e caprinos. A intoxicação é caracterizada por lesões cáusticas no trato digestório anterior. P. scandens possui em sua composição uma naftoquinona denominada plumbagina, que apresenta elevada atividade citotóxica. O objetivo deste trabalho foi desenvolver metodologias analíticas para determinação dos níveis de plumbagina em amostras de folhas, caule e conteúdo ruminal, para utilização como marcador químico auxiliar no diagnóstico laboratorial de intoxicação. Foi desenvolvida uma metodologia utilizando cromatografia em camada delgada (CCD) e outra utilizando cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE). A presença de U. brizantha, M. maximum, silagem de milho e conteúdo ruminal não apresentou nenhum interferente para a plumbagina nas duas metodologias. A metodologia por CCD gera resultados qualitativos, mas é de simples implantação e baixo custo. A metodologia de CLAE desenvolvida neste estudo apresentou excelente precisão e sensibilidade, sendo o que LD foi 0,01 μg/mL e o LQ foi 0.05 μg/mL. Amostras de folhas e caule de P. scandens avaliadas apresentaram elevados níveis de plumbagina (0,261±0,087% e 0,327±0,055%, respectivamente), enquanto em Plumbago auriculata (planta ornamental muito utilizada) as folhas não apresentaram níveis detectáveis da toxina, e baixas concentrações foram encontradas em algumas amostras de caule (até 0,000114%). Assim, estas metodologias poderão ser utilizadas para confirmar ou descartar o consumo de P. scandens em casos de animais suspeitos da intoxicação.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentVET - DEPARTAMENTO DE CLÍNICA E CIRURGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência Animal

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